Anemia Hemolítica em Crianças: Diagnóstico e Manejo

UFPR/HC - Complexo Hospital de Clínicas da UFPR (PR) — Prova 2017

Enunciado

Menina de 4 anos, nascida no Paraná, é levada ao pronto atendimento por apresentar fraqueza e palidez há 5 dias. Nega febre ou outras queixas. Nega história de icterícia neonatal. Sem história familiar de anemia. Triagem neonatal para hemoglobinopatias: FA. Ao exame físico: palidez ++/IV; icterícia ++/IV; afebril; ausculta pulmonar normal; taquicardia; abdome flácido; fígado não palpável; baço palpável 5 cm abaixo do rebordo costal esquerdo. Solicitado hemograma: hemoglobina = 7,1 g/dl; hematócrito = 21%; VCM = 82 fl; HCM = 28 pg; leucócitos = 6.500/mm³ (com contagem diferencial normal); plaquetas = 260.000/mm³; reticulócitos = 10,5%. A partir desses dados, qual é a principal hipótese diagnóstica e qual resultado de exame confirmará esse diagnóstico?

Alternativas

  1. A) Esferocitose – fragilidade osmótica diminuída.
  2. B) Anemia hemolítica autoimune – Coombs direto positivo.
  3. C) Talassemia beta – hemoglobina A2 maior que 3,5%.
  4. D) Anemia falciforme – eletroforese de hemoglobina SS.
  5. E) Deficiência de G6PD – DEB teste positivo.

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