Anemia Hemolítica Adquirida: Diagnóstico e Fisiopatologia

INEP Revalida - Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos — Prova 2011

Enunciado

Mulher com 48 anos de idade, parda, comerciante, procura o posto de saúde por apresentar astenia, palidez e fadiga fácil ao realizar suas tarefas diárias. Na história da doença atual relata que esteve bem de saúde até há 15 dias, quando iniciaram estes sinais e sintomas. Nega doenças como diabetes, hipertensão, doenças da tireoide. Nega também o uso de medicamentos. Ao exame físico apresenta palidez, icterícia (2+/4+), esplenomegalia de 4 cm do rebordo costal esquerdo e hepatomegalia de 2 cm do rebordo costal direito. Exames laboratoriais realizados mostram hemoglobina = 4,2 g/ dL; hematócrito = 13 %; VCM = 110 fL (VR = 80 – 100 fL); HCM = 32 pg (VR = 26 – 34 pg); leucograma = 10.500/mm³ com diferencial normal; plaquetas = 240.000/mm³; reticulócitos aumentados; bilirrubina total = 4,0 mg/dL (VR = 0,3-1,2 mg/dL) com fração direta de 0,8 mg/dl (VR = 0 - 0,2 mg/dL). Qual o diagnóstico mais provável para a anemia da paciente?

Alternativas

  1. A) Anemia por déficit de produção ocasionada por deficiência de vitamina B12.
  2. B) Anemia do tipo regenerativa provocada por doença hemolítica adquirida.
  3. C) Anemia arregenerativa por deficiência quantitativa de células progenitoras associada à hepatite viral.
  4. D) Anemia por deficiência na síntese do heme durante a diferenciação das células eritroides.
  5. E) Anemia por deficiência na síntese da globina durante a diferenciação das células eritroides.

Responda esta e mais de 150 mil questões comentadas no MedEvo — a plataforma de residência médica com IA.

Responder questão no MedEvo