UNIRV - Universidade de Rio Verde (GO) — Prova 2020
Sobre anemia ferropriva na gestação, considere os seguintes itens: I. É definida pela concentração de Hb < 10,5 g/dL. II. É responsável por mais de 90% das anemias na gestação. III. Tem como tratamento padrão inicial a reposição de ferro parenteral. IV. Está associada à ocorrência de prematuridade e crescimento fetal restrito. Está correto o que se afirma em:
Anemia ferropriva = >90% anemias gestacionais + ↑ risco prematuridade/CFR.
A anemia ferropriva é a principal causa de anemia na gestação e, se não tratada, pode levar a desfechos adversos maternos e fetais, como parto prematuro e restrição de crescimento intrauterino. O tratamento inicial é geralmente com ferro oral.
A anemia ferropriva é a complicação hematológica mais comum na gestação, afetando uma parcela significativa das gestantes globalmente. É responsável por mais de 90% dos casos de anemia durante a gravidez, sendo um importante problema de saúde pública. Sua identificação e manejo adequados são cruciais para a saúde materno-fetal, impactando diretamente o prognóstico da gestação. O diagnóstico da anemia na gestação é feito pela dosagem da hemoglobina, com valores de corte que variam conforme o trimestre (geralmente < 11 g/dL no 1º e 3º trimestres e < 10,5 g/dL no 2º trimestre). A etiologia ferropriva é confirmada por exames como ferritina sérica, saturação de transferrina e ferro sérico. A suspeita deve ser alta em todas as gestantes, devido ao aumento das necessidades de ferro. O tratamento padrão para a anemia ferropriva na gestação é a suplementação de ferro por via oral. A via parenteral é indicada apenas em situações específicas, como intolerância gastrointestinal ao ferro oral, síndromes de má absorção, anemia grave ou quando há necessidade de correção rápida da anemia. A anemia materna está associada a desfechos adversos como prematuridade, baixo peso ao nascer e restrição de crescimento fetal, reforçando a importância do rastreamento e tratamento precoces.
A definição de anemia na gestação varia por trimestre, sendo geralmente Hb < 11 g/dL no 1º e 3º trimestres e < 10,5 g/dL no 2º trimestre.
O tratamento inicial padrão é a reposição de ferro por via oral. A via parenteral é reservada para casos de intolerância, má absorção, anemia grave ou necessidade de correção rápida.
A anemia ferropriva materna está associada a um risco aumentado de prematuridade, baixo peso ao nascer e restrição de crescimento intrauterino.
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