Anemia Ferropriva em Idosos: Diagnóstico e Relação com Úlcera Gástrica

Universidade de Taubaté - UNITAU — Prova 2017

Enunciado

Idosa, 75 anos, foi admitida com quadro de mal-estar associado à astenia e perda ponderal de 3 kg no período de 2 meses, quando iniciou com dispepsia (inapetência, plenitude pós-prandial e dor abdominal inespecífica em andar superior). É portadora de espondiloartrose e faz uso intermitente de AINE, pelo menos 3 vezes por semana. Refere ser hipertensa há 10 anos, em uso de hidroclorotiazida 25 mg/dia. Nega outras comorbidades. Ao exame: descorada++/4+, anictérica, IMC 19, sem adenomegalias e tireoide palpáveis, uso de prótese dentária em bom estado de conservação. Sem achados específicos em aparelhos respiratório, cardíaco e abdominal. PA: 110x70 mmHg; FC: 100 bpm. Extremidades sem edema. Na investigação inicial, observou-se hemograma com Hb 8.0; Ht 27; VCM 68; HCM 20; RDW 20%; leucócitos 7800; sem alteração do diferencial. Plaquetas 270000. EDA com presença de úlcera gástrica sem sinais de sangramento recente. Provavelmente, os achados laboratoriais na investigação da anemia seriam:

Alternativas

  1. A) Ferro sérico normal, ferritina normal, IST diminuída e CTLF normal.
  2. B) Ferro sérico, ferritina e IST diminuídos e CTLF aumentado.
  3. C) Ferro sérico normal, ferritina aumentada, IST diminuída e CTLF aumentada.
  4. D) Ferro sérico normal, ferritina diminuída, IST normal e CTLF diminuída
  5. E) Ferro sérico, ferritina e IST normais e CTLF aumentado.

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