Anemia de Doença Crônica: Diagnóstico Diferencial e Lab

SES-PE - Secretaria de Estado de Saúde de Pernambuco — Prova 2025

Enunciado

Uma mulher de 65 anos, com histórico de artrite reumatoide, é admitida com queixas de fadiga persistente e palidez. No exame físico, apresenta mucosas hipocoradas, sem hepatoesplenomegalia ou linfadenopatia. Seu hemograma revela hemoglobina de 9 g/dL (referência: 12-16 g/dL), VCM de 85 fl. (referência: 80-100 fL.), leucócitos e plaquetas dentro dos limites normais. Exames laboratoriais mostram ferritina sérica de 300 ng/ml. (referência: 30-400 ng/mL), ferro sérico de 30 ug/dL (referência: 50-170 ug/dL), capacidade total de ligação do ferro (TIBC) de 180 ug/dL (referência: 240-450 ug/dL), saturação de transferrina de 12% (referência: 20-50 %) e proteína C reativa (PCR) de 30 mg/L (referência: < 5 mg/L). Qual o diagnóstico mais provável para este caso?

Alternativas

  1. A) Manter o diagnóstico de anemia ferropriva e iniciar suplementação oral de ferro.
  2. B) Anemia da doença crônica, com alterações esperadas de ferritina elevada e TIBC baixa.
  3. C) Anemia megaloblástica associada à artrite reumatoide, iniciar vitamina B12.
  4. D) Suspeitar de hemoglobinopatia associada e realizar eletroforese de hemoglobina.
  5. E) Anemia aplásica associada à artrite reumatoide, com indicação de biópsia de medula óssea

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