FUBOG - Fundação Banco de Olhos de Goiás — Prova 2021
Anemia é uma redução na quantidade de hemoglobina, um pigmento presente nas células vermelhas capaz de carregar o oxigênio pelo organismo, no sangue circulante. Quanto à identificação anêmica em crianças, é CORRETO afirmar:
Anemia infantil: Hb < 11 g/dL (<6 anos) ou Hb < 12 g/dL (>6 anos).
A definição de anemia em crianças varia com a idade, sendo crucial conhecer os pontos de corte de hemoglobina para um diagnóstico correto. Para crianças de 6 meses a 6 anos, o limite é 11 g/dL, e para maiores de 6 anos, 12 g/dL.
A anemia é uma condição comum na infância, definida pela redução da concentração de hemoglobina no sangue abaixo dos valores de referência para a idade e sexo. A anemia ferropriva é a forma mais prevalente em crianças, especialmente em países em desenvolvimento, devido à ingestão inadequada de ferro, perdas sanguíneas ou má absorção. Sua importância clínica reside nos impactos negativos no desenvolvimento cognitivo, motor e imunológico da criança. O diagnóstico de anemia é feito pela dosagem de hemoglobina. Os valores de corte variam com a idade: para crianças de 6 meses a 6 anos, considera-se anemia se a hemoglobina for inferior a 11 g/dL; para crianças maiores de 6 anos, o valor de corte é 12 g/dL. É fundamental diferenciar a anemia fisiológica do lactente da anemia patológica. O tratamento da anemia ferropriva envolve a suplementação de ferro, geralmente sulfato ferroso, em doses terapêuticas, e a orientação nutricional. A prevenção é a melhor estratégia, incluindo o aleitamento materno, a introdução adequada de alimentos ricos em ferro e a suplementação profilática em grupos de risco. O acompanhamento é essencial para monitorar a resposta ao tratamento e prevenir recorrências.
A anemia ferropriva é o tipo mais comum em crianças, causada pela deficiência de ferro. Outros tipos incluem anemias megaloblásticas, anemias hemolíticas e anemias de doenças crônicas.
Os sintomas podem incluir palidez cutaneomucosa, fadiga, irritabilidade, dificuldade de concentração, taquicardia e, em casos graves, dispneia e atraso no desenvolvimento.
A prevenção inclui aleitamento materno exclusivo até os 6 meses, introdução de alimentos ricos em ferro na dieta complementar, e suplementação profilática de ferro conforme as diretrizes do Ministério da Saúde, especialmente em grupos de risco.
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