Anemia Aplásica Grave: Diagnóstico e Conduta Inicial

SUS-BA - Sistema Único de Saúde da Bahia — Prova 2025

Enunciado

Mulher, 34 anos de idade, previamente hígida, é admitida em hospital terciário com história de fadiga progressiva, sangramentos gengivais frequentes e petéquias em membros inferiores nos últimos 2 meses. Exames laboratoriais mostram hemoglobina: 7,2 g/dL, plaquetas: 15.000/mm³ e leucócitos: 1.500/mm³, com neutrófilos: 400/mm³. A biópsia de medula óssea revela hipocelularidade severa, com ausência de displasia ou infiltração anormal. A paciente não tem história familiar de distúrbios hematológicos e nunca foi exposta a drogas mielotóxicas. Identifique a melhor conduta terapêutica inicial para esse caso:

Alternativas

  1. A) Imunossupressão com ciclosporina e globulina antitimócito (ATG).
  2. B) Plasmaférese e imunoglobulinas intravenosas.
  3. C) Terapia com fatores de crescimento hematopoiéticos como G-CSF.
  4. D) Eritropoetina recombinante para aumentar a produção de hemácias. Situação-Problema: Questões de 19 a 21. Mulher, 62 anos de idade, dá entrada no Pronto-Socorro com quadro de febre persistente, fadiga intensa e equimoses generalizadas há duas semanas. Ao exame, apresenta hepatoesplenomegalia e linfadenomegalia. Os exames laboratoriais mostram leucocitose (80.000 células/mm³), anemia, plaquetopenia (25.000/mm³) e blastos circulantes na análise do hemograma.

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