FUBOG - Fundação Banco de Olhos de Goiás — Prova 2024
O protozoário que provoca manifestações clínicas de eritema, edema ou pápulas na pele na fase inicial, dor epigástrica, alterações do apetite, náuseas, vômitos e flatulência na fase aguda da infecção e anemia hipocrômica e microcítica, que costuma manifestar-se por lassidão, dispneia, taquicardia e cefaleia na fase crônica, é:
Ancilostomíase = Larva migrans cutânea + sintomas GI agudos + anemia hipocrômica microcítica crônica.
A ancilostomíase, causada principalmente por Ancylostoma duodenale ou Necator americanus, é caracterizada por uma fase cutânea inicial (dermatite pruriginosa), sintomas gastrointestinais na fase aguda e, cronicamente, anemia ferropriva grave devido à perda sanguínea intestinal, que pode levar a lassidão e dispneia.
A ancilostomíase, popularmente conhecida como 'doença do amarelão', é uma infecção parasitária causada principalmente por Ancylostoma duodenale e Necator americanus. É uma das principais causas de anemia ferropriva em regiões tropicais e subtropicais, afetando milhões de pessoas globalmente. A compreensão de seu ciclo de vida e manifestações clínicas é crucial para o diagnóstico e manejo adequados. A infecção ocorre pela penetração cutânea das larvas filariformes presentes no solo contaminado. Após migrarem pelos pulmões e serem deglutidas, as larvas se desenvolvem em vermes adultos no intestino delgado, onde se fixam e se alimentam de sangue. As manifestações clínicas variam desde dermatite no local de penetração ('bicho geográfico'), sintomas gastrointestinais inespecíficos na fase aguda, até a anemia hipocrômica microcítica grave na fase crônica, que pode levar a lassidão, dispneia, taquicardia e cefaleia. O diagnóstico é feito pela identificação de ovos nas fezes. O tratamento consiste na administração de anti-helmínticos, como Albendazol ou Mebendazol, e na correção da anemia ferropriva com suplementação de ferro. Medidas de saneamento básico e higiene pessoal são essenciais para a prevenção da doença. Residentes devem estar atentos à epidemiologia e às manifestações da ancilostomíase para um diagnóstico diferencial preciso em casos de anemia em áreas endêmicas.
A ancilostomíase apresenta uma fase cutânea inicial (dermatite pruriginosa no local de penetração da larva), uma fase pulmonar (Síndrome de Löffler, geralmente assintomática) e uma fase intestinal, que pode ser aguda (sintomas gastrointestinais) ou crônica (anemia ferropriva).
Os vermes adultos de Ancylostoma duodenale se fixam à mucosa intestinal e se alimentam de sangue, causando perda sanguínea crônica. Essa perda contínua de ferro leva ao desenvolvimento de anemia hipocrômica e microcítica, com sintomas como fadiga, dispneia e palidez.
O tratamento farmacológico da ancilostomíase geralmente envolve anti-helmínticos como Albendazol ou Mebendazol. Além disso, é fundamental a suplementação de ferro para corrigir a anemia ferropriva, que é uma das principais complicações da infecção.
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