Anatomia Venosa Membro Superior: Veia Basílica e Axilar

HAS - Hospital Adventista Silvestre (RJ) — Prova 2022

Enunciado

As dissecções venosas profundas são procedimentos básicos da cirurgia geral e com o uso rotineiro das punções venosas profundas, a sua utilização não é comum na prática diária do cirurgião geral na atualidade. Sobre a anatomia das veias dos membros superiores, assinale a alternativa correta:

Alternativas

  1. A) A veia cefálica desemboca na veia subclávia através do sulco clavio-delto-peitoral – trigono de Moheiham
  2. B) A veia basílica ascende medialmente no braço e desemboca na veia braquial lateral
  3. C) A veia cefálica é formada principalmente pela rede venosa dorsal prosseguindo ao longo da margem medial do punho
  4. D) A veia basílica recebe as veias braquiais e ao passar na borda inferior do músculo redondo maior, transforma-se em veia axilar.
  5. E) A veia basílica segue ao longo da fáscia peitoral menor e desemboca no canal cervicoaxilar na veia axilar

Pérola Clínica

Veia basílica recebe veias braquiais e se torna veia axilar na borda inferior do músculo redondo maior.

Resumo-Chave

A veia basílica é uma das principais veias superficiais do membro superior. Sua transição para veia axilar na borda inferior do músculo redondo maior é um marco anatômico importante para procedimentos cirúrgicos e compreensão do sistema venoso.

Contexto Educacional

A anatomia das veias dos membros superiores é fundamental para a prática cirúrgica, especialmente em procedimentos como dissecções venosas e acessos vasculares. O conhecimento detalhado do trajeto e das relações anatômicas das veias superficiais e profundas é crucial para evitar complicações e garantir a eficácia dos procedimentos. As principais veias superficiais são a veia cefálica e a veia basílica. A veia basílica inicia-se na rede venosa dorsal da mão, ascende ao longo da margem medial do antebraço e do braço. No terço médio do braço, ela perfura a fáscia profunda e se torna uma veia profunda. Superiormente, a veia basílica recebe as veias braquiais (que acompanham a artéria braquial) e, ao passar na borda inferior do músculo redondo maior, seu nome muda para veia axilar. Este ponto de transição é um marco anatômico importante. Por outro lado, a veia cefálica ascende lateralmente no antebraço e braço, passando pelo sulco deltopeitoral (trígono de Moheiham) antes de perfurar a fáscia clavipectoral e desembocar na veia subclávia. A compreensão dessas distinções e dos pontos de referência anatômicos é vital para residentes e cirurgiões gerais, especialmente em contextos de trauma, acesso venoso central ou cirurgias de revascularização.

Perguntas Frequentes

Qual o trajeto da veia basílica no membro superior?

A veia basílica ascende medialmente no braço, perfura a fáscia profunda no meio do braço e, mais superiormente, recebe as veias braquiais antes de se tornar a veia axilar.

Onde a veia basílica se transforma em veia axilar?

A veia basílica se transforma em veia axilar ao passar na borda inferior do músculo redondo maior, após receber as veias braquiais.

Qual a diferença entre a drenagem da veia cefálica e da veia basílica?

A veia cefálica ascende lateralmente no braço e desemboca na veia subclávia no sulco deltopeitoral, enquanto a veia basílica ascende medialmente e se une às veias braquiais para formar a veia axilar.

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