Santa Casa de Goiânia (GO) — Prova 2015
Observe a figura abaixo. (VER IMAGEM). Na figura demonstrada, os números 1, 2, 3 e 4, correspondem respectivamente a:
Conhecer a anatomia do períneo é crucial para cirurgias ginecológicas e urológicas.
A anatomia do períneo é complexa e envolve músculos e fáscias que sustentam os órgãos pélvicos e controlam as funções urinária e fecal. O centro tendíneo do períneo (corpo perineal) é uma estrutura fibromuscular central importante para a integridade do assoalho pélvico.
O períneo é a região anatômica que forma o assoalho da pelve, estendendo-se da sínfise púbica ao cóccix e lateralmente às tuberosidades isquiáticas. É dividido em dois triângulos: o triângulo urogenital (anterior) e o triângulo anal (posterior). Essa região é crucial para a sustentação dos órgãos pélvicos, continência urinária e fecal, e função sexual. A musculatura do períneo é complexa e inclui o diafragma pélvico (formado principalmente pelo músculo elevador do ânus e coccígeo) e os músculos do diafragma urogenital (como o transverso superficial do períneo, bulbocavernoso e isquiocavernoso). O centro tendíneo do períneo, ou corpo perineal, é uma estrutura fibromuscular central onde muitos desses músculos se inserem, sendo um ponto de ancoragem vital para a integridade do assoalho pélvico. O conhecimento detalhado da anatomia perineal é essencial para diversas especialidades médicas, incluindo ginecologia, urologia, coloproctologia e fisioterapia pélvica. É fundamental para procedimentos cirúrgicos, avaliação de disfunções do assoalho pélvico e manejo de traumas obstétricos.
Os principais músculos do assoalho pélvico incluem o músculo elevador do ânus (com suas porções pubococcígeo, iliococcígeo e puborretal) e o músculo isquiococcígeo (coccígeo).
O centro tendíneo do períneo (corpo perineal) é um ponto de inserção para vários músculos do períneo, sendo fundamental para a sustentação e integridade do assoalho pélvico, especialmente durante o parto.
O períneo é limitado anteriormente pela sínfise púbica, lateralmente pelas tuberosidades isquiáticas e ligamentos sacrotuberais, e posteriormente pelo cóccix, formando um losango.
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