UNCISAL - Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas — Prova 2015
Com relação à pelve feminina, assinale a alternativa INCORRETA:
Estreito superior da pelve: diâmetro transverso > anteroposterior (conjugata obstétrica).
O estreito superior da pelve é a entrada da bacia verdadeira. O diâmetro transverso é o maior, medindo cerca de 13,5 cm, enquanto o anteroposterior (conjugata obstétrica) mede aproximadamente 11 cm, sendo crucial para a passagem fetal.
A pelve feminina é uma estrutura óssea complexa, fundamental para a sustentação do tronco e, principalmente, para o processo do parto. Sua anatomia é dividida em bacia maior (falsa) e bacia menor (verdadeira), sendo esta última a porção mais relevante para a obstetrícia, delimitada pelos estreitos superior, médio e inferior. A compreensão detalhada de suas estruturas ósseas, ligamentos e músculos é essencial para o diagnóstico e manejo de diversas condições ginecológicas e obstétricas. O estreito superior da pelve, também conhecido como anel de entrada, é delimitado pela borda superior da sínfise púbica, linha inominada, linha pectínea, articulação sacroilíaca e promontório do sacro. Seus diâmetros são cruciais para a insinuação do polo cefálico. O diâmetro transverso é o maior (cerca de 13,5 cm), seguido pelos oblíquos (12,5 cm) e anteroposterior (conjugata obstétrica, 11 cm). A compreensão desses valores é vital para avaliar a adequação pélvica para o parto vaginal. Durante o exame de toque vaginal, a avaliação da pelve inclui a palpação de pontos de referência como o promontório, as espinhas isquiáticas e o ângulo subpúbico, que fornecem informações sobre a morfologia pélvica e a capacidade do canal de parto. O conhecimento preciso da anatomia pélvica e seus diâmetros é um pilar para a prática obstétrica segura e eficaz, permitindo aos residentes identificar potenciais dificuldades e planejar a melhor via de parto.
Os principais diâmetros são o anteroposterior (conjugata obstétrica, 11 cm), transverso (13,5 cm) e oblíquos (12,5 cm). O transverso é o maior, sendo fundamental para a insinuação fetal.
A avaliação dos diâmetros pélvicos é crucial para prever a capacidade da pelve de permitir a passagem do feto, identificando possíveis desproporções cefalopélvicas e auxiliando na decisão da via de parto.
No exame de toque, o promontório, as espinhas isquiáticas e o ângulo subpúbico são pontos de referência importantes para avaliar a conformação pélvica e estimar a amplitude do canal de parto.
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