CBO Teórica 1 - Prova de Bases da Oftalmologia — Prova 2016
As placas tarsais são constituidas de:
Placas tarsais = Tecido fibroelástico denso (NÃO é cartilagem!).
O tarso confere rigidez e forma às pálpebras. Apesar da consistência firme, é composto por tecido conjuntivo fibroelástico denso, abrigando as glândulas de Meibomius.
As placas tarsais são componentes fundamentais da lamela posterior da pálpebra. O tarso superior é maior (cerca de 10mm de altura) que o inferior (cerca de 4mm). Histologicamente, a densidade do colágeno confere a resistência necessária para proteger o globo ocular e manter a aposição correta da pálpebra contra o olho. Conhecer essa anatomia é vital para cirurgias reconstrutivas palpebrais e para o entendimento de patologias como o calázio (inflamação das glândulas de Meibomius dentro do tarso) e o entrópio/ectrópio involucional, onde a frouxidão desses tecidos desempenha papel central.
O tarso (ou placa tarsal) é composto por tecido conjuntivo denso, rico em fibras colágenas e elásticas. Ele não contém condrócitos, portanto, não é cartilagem, apesar de sua firmeza característica.
Elas funcionam como o esqueleto das pálpebras, fornecendo suporte estrutural, mantendo a forma palpebral e servindo de ancoragem para músculos como o elevador da pálpebra superior (via aponeurose) e o músculo de Müller.
No interior das placas tarsais estão as glândulas de Meibomius, glândulas sebáceas modificadas que secretam a camada lipídica do filme lacrimal, essencial para evitar a evaporação precoce da lágrima.
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