CBO Teórica 1 - Prova de Bases da Oftalmologia — Prova 2017
Sobre o nervo óptico, podemos afirmar:
Aracnóide e dura-máter fundem-se à esclera na lâmina crivosa; o espaço subaracnóideo termina ali.
O nervo óptico é uma extensão do SNC e possui as três camadas meníngeas. A aracnóide termina na lâmina crivosa, fechando o espaço subaracnóideo que contém líquor.
O nervo óptico (NC II) é, embriologicamente, um trato do diencéfalo e não um nervo periférico. Por essa razão, ele é revestido pelas três meninges (dura, aracnóide e pia-máter) e banhado por líquido cefalorraquidiano no espaço subaracnóideo. A compreensão de que essas bainhas terminam na lâmina crivosa é fundamental para entender a fisiopatologia do disco óptico e de doenças como o glaucoma e o papiledema.
A aracnóide, juntamente com a dura-máter, termina e se funde à esclera na altura da lâmina crivosa da esclera, marcando o fim do espaço subaracnóideo peri-óptico.
Sim, a pia-máter e a aracnóide do nervo óptico contêm células meningoteliais, assemelhando-se à estrutura das meninges que revestem o restante do sistema nervoso central.
Como o espaço subaracnóideo do nervo óptico é contínuo com o intracraniano, variações na pressão do líquor são transmitidas até a cabeça do nervo, explicando o papiledema na hipertensão intracraniana.
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