SMS-RJ - Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro — Prova 2024
O ducto colédoco é formado pela junção das seguintes estruturas:
Ducto Cístico + Ducto Hepático Comum = Ducto Colédoco.
O ducto colédoco é a via biliar principal distal, formada pela união do ducto cístico (que drena a vesícula) com o ducto hepático comum.
O conhecimento da anatomia biliar extra-hepática é o pilar da cirurgia hepatobiliar. O ducto colédoco possui quatro porções: supraduodenal, retroduodenal, pancreática e intramural. A variabilidade anatômica do ducto cístico (inserção baixa, paralela ou espiralada) é comum e deve ser reconhecida para evitar a ligadura inadvertida do colédoco. Clinicamente, a obstrução do colédoco (por cálculos ou neoplasias) resulta em icterícia obstrutiva, colúria e acolia fecal, diferenciando-se da obstrução apenas do ducto cístico, que causa colecistite aguda sem necessariamente elevar as bilirrubinas diretas de forma acentuada.
O ducto hepático comum é formado pela união dos ductos hepáticos direito e esquerdo, que emergem do parênquima hepático no hilo (porta hepatis).
O ducto cístico conecta a vesícula biliar à via biliar principal. Sua junção com o ducto hepático comum marca o início do ducto colédoco. É um marco anatômico crucial na colecistectomia para evitar lesões iatrogênicas.
O ducto colédoco desce posterior ao duodeno e à cabeça do pâncreas, unindo-se geralmente ao ducto pancreático principal (de Wirsung) para formar a ampola de Vater (hepatopancreática), que desemboca na segunda porção do duodeno através da papila duodenal maior.
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