ENARE/ENAMED — Prova 2025
Em relação à anatomia das vias biliares extra-hepáticas, bem como à vascularização do pedículo biliar, é correto afirmar que.
Artéria hepática direita originada da AMS ocorre em aproximadamente 20% da população.
Variações anatômicas no pedículo hepático são comuns; a origem da artéria hepática direita na AMS é uma das anomalias vasculares mais frequentes e clinicamente relevantes.
O conhecimento detalhado da anatomia biliar e vascular é crucial para a cirurgia hepatobiliar segura. A artéria hepática direita anômala, originando-se da artéria mesentérica superior, é uma variação importante que pode ser lesada durante pancreatectomias ou colecistectomias se não reconhecida. Além disso, a união dos ductos biliar e pancreático na parede duodenal é a regra, e a desembocadura em orifícios distintos é uma variação menos comum.
Essa variação ocorre em cerca de 15% a 20% da população. Nesses casos, a artéria hepática direita é considerada 'substituída' ou 'anômala' e geralmente cursa posteriormente à veia porta e ao ducto biliar comum.
A artéria cística origina-se tipicamente da artéria hepática direita dentro do trígono hepatocístico (Trígono de Calot). No entanto, ela pode ter origens variadas, como da hepática esquerda ou da própria hepática comum.
Na maioria da população (cerca de 80-90%), o ducto biliar comum (colédoco) e o ducto pancreático principal se unem para formar a ampola de Vater (hepatopancreática) dentro da parede duodenal antes de desembocarem na papila maior.
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