PSU-MG - Processo Seletivo Unificado de Minas Gerais — Prova 2023
Com a posição ereta do ser humano, desenvolveu-se o assoalho pélvico como estrutura de sustentação para evitar o prolapso dos órgão pélvicos. O equilíbrio entre arcabouço ósseo e tecido fibromuscular permite a manutenção das funções orgânicas. Em relação à anatomia e fisiologia pélvicas na mulher, assinale a alternativa ERRADA:
Ligamento uterossacral → suspensão posterior do colo uterino, não lateral.
O ligamento uterossacral é um componente crucial do sistema de sustentação pélvica, originando-se na face posterior do colo uterino e inserindo-se no sacro, contribuindo principalmente para a suspensão posterior e central do útero. Sua função não é a suspensão lateral.
O assoalho pélvico feminino é uma complexa rede de músculos, fáscias e ligamentos que desempenha um papel vital na sustentação dos órgãos pélvicos (útero, vagina, bexiga e reto) e na manutenção de suas funções. A posição ereta do ser humano exigiu o desenvolvimento de um robusto sistema de suporte para evitar o prolapso. O equilíbrio entre o arcabouço ósseo e o tecido fibromuscular é fundamental para a integridade pélvica. A função de suspensão é primordialmente realizada pelo tecido endopélvico e pela fáscia endopélvica, que formam uma rede de suporte. O hiato urogenital, uma abertura central no assoalho pélvico, é crucial para as funções de micção, defecação, coito e parto. As espinhas isquiáticas são marcos anatômicos importantes, presentes em diversas espécies, e não são exclusivas do ser humano. Um ponto de atenção crucial é a anatomia dos ligamentos. O ligamento uterossacral, por exemplo, é responsável pela suspensão posterior e central do colo uterino, originando-se na face posterior do colo e inserindo-se no sacro. Confundir sua função com a suspensão lateral é um erro comum que pode impactar o entendimento de patologias como o prolapso uterino e suas abordagens cirúrgicas. O conhecimento aprofundado dessas estruturas é indispensável para o diagnóstico e tratamento de disfunções do assoalho pélvico.
O sistema de suspensão dos órgãos pélvicos é formado principalmente pelo tecido endopélvico e pela fáscia endopélvica, que incluem ligamentos como os uterossacros e cardinais, além da musculatura do assoalho pélvico. Essas estruturas trabalham em conjunto para manter a posição dos órgãos e evitar o prolapso.
O hiato urogenital é uma abertura central na musculatura do assoalho pélvico que permite a passagem da uretra, vagina e reto. Ele é essencial para funções fisiológicas como a micção, o coito, a defecação e o parto, sendo uma área de menor resistência e, portanto, de potencial risco para prolapsos.
Não, as espinhas isquiáticas não são estruturas exclusivas do ser humano. Elas estão presentes em diversos mamíferos e são pontos de referência anatômicos importantes para a pelvimetria e para a inserção de ligamentos e músculos pélvicos.
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