Artéria Uterina: Origem e Anatomia para Residentes

HUSE - Hospital de Urgência de Sergipe Gov. João Alves Filho — Prova 2021

Enunciado

A origem da artéria uterina é mais frequentemente da artéria:

Alternativas

  1. A) Glútea inferior.
  2. B) Pudenda interna.
  3. C) Obturadora.
  4. D) Ilíaca interna.
  5. E) Umbilical.

Pérola Clínica

Artéria uterina → ramo da artéria ilíaca interna.

Resumo-Chave

A artéria uterina é o principal vaso sanguíneo que irriga o útero, sendo crucial para a saúde reprodutiva feminina e importante em procedimentos cirúrgicos ginecológicos, como histerectomias e embolizações.

Contexto Educacional

A artéria uterina é um vaso sanguíneo de grande importância na anatomia pélvica feminina, sendo a principal responsável pela irrigação do útero. Seu conhecimento detalhado é fundamental para estudantes e residentes de ginecologia e obstetrícia, bem como para cirurgiões gerais. Originando-se da artéria ilíaca interna, a artéria uterina cursa medialmente no ligamento largo, cruzando o ureter anteriormente ("água sob a ponte"). Ela emite ramos para o útero, ovário e tuba uterina, formando anastomoses com a artéria ovárica. A compreensão de sua origem e trajeto é crucial para procedimentos cirúrgicos como histerectomias, onde sua ligadura é essencial, e para intervenções como a embolização da artéria uterina no tratamento de miomas, visando preservar a fertilidade.

Perguntas Frequentes

Qual a importância da artéria uterina na ginecologia?

A artéria uterina é vital para a irrigação do útero, sendo fundamental em procedimentos como histerectomias, miomectomias e embolizações de miomas, onde seu conhecimento anatômico é crucial.

Quais são os principais ramos da artéria ilíaca interna?

A artéria ilíaca interna possui ramos parietais (como glútea superior e inferior, obturatória) e viscerais (como uterina, vaginal, retal média, pudenda interna, vesical superior e inferior).

A artéria uterina é a única a irrigar o útero?

Embora seja a principal, o útero também recebe contribuições da artéria ovárica (ramo da aorta abdominal) e, em menor grau, da artéria vaginal, formando anastomoses importantes.

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