Circulação Colateral Mesentérica: Celíaca e SMA

Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - Campus Sorocaba — Prova 2025

Enunciado

Uma mulher de 81 anos, com histórico de hipertensão, diabetes mellitus, fibrilação atrial e obesidade, apresenta-se ao departamento de emergência com dor abdominal aguda, náuseas, vômitos e hematoquezia. Operações anteriores incluem uma apendicectomia laparoscópica. A lista de medicamentos da paciente inclui Coumadin, mas ela admite ter perdido as doses na última semana. No exame físico, ela está se contorcendo de dor, mas seu abdome está flácido, levemente tenso e sem distensão. A análise laboratorial mostra uma contagem de glóbulos brancos de 21 × 109/mL e um lactato de 3,5 mmol/L. A radiografia abdominal não apresenta alterações. Uma angiotomografia computadorizada mostra ausência de fluxo distal na origem da artéria mesentérica superior. A rede colateral entre a artéria celíaca e a artéria mesentérica superior existe principalmente através da(s):

Alternativas

  1. A) Artéria marginal de Drummond.
  2. B) Artérias pancreaticoduodenais superior e inferior
  3. C) Arco de Riolan.
  4. D) Artérias hipogástricas. Atenção: O caso a seguir se refere às questões de 39 a 44. Homem de 50 anos, saudável, chega ao pronto-socorro com náuseas, vômitos e dor abdominal. Ele tem um histórico de um mês de dor abdominal crônica intermitente. Não tem histórico prévio de cirurgias abdominais e fez uma colonoscopia normal no início deste ano. Seus sinais vitais estão dentro dos limites normais. No exame, seu abdome está flácido e sem distensão, com leve sensibilidade abdominal difusa. Não há hérnias presentes. Seus exames laboratoriais não apresentam nada de especial. Ele passa por uma tomografia computadorizada abdominal que demonstra uma área de intussuscepção, no intestino delgado distal, com espessamento e calcificação do mesentério adjacente.

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