UFCG/HUAC - Hospital Universitário Alcides Carneiro - Campina Grande (PB) — Prova 2020
A artéria cística surge mais frequentemente:
Artéria cística → mais comum da artéria hepática direita, dentro do Triângulo de Calot.
O conhecimento da anatomia da artéria cística e suas variações é crucial para a segurança da colecistectomia, minimizando o risco de lesões iatrogênicas. A origem mais comum é da artéria hepática direita, mas outras variações são frequentes e devem ser antecipadas.
A artéria cística é o principal suprimento sanguíneo da vesícula biliar, sendo um marco anatômico crucial em procedimentos como a colecistectomia. Sua identificação e ligadura seguras são passos essenciais para prevenir complicações hemorrágicas ou isquêmicas. A compreensão de sua anatomia e das variações é vital para cirurgiões e residentes. Apesar de sua origem mais comum ser da artéria hepática direita (aproximadamente 70-80% dos casos), a artéria cística apresenta uma alta taxa de variações anatômicas. Ela geralmente cursa dentro do Triângulo de Calot (ou cisto-hepático), delimitado pelo ducto cístico, ducto hepático comum e a borda inferior do fígado. A identificação precisa dessa estrutura e de suas possíveis anomalias é um pilar da cirurgia biliar segura. No contexto cirúrgico, a não identificação correta da artéria cística ou de suas variações pode levar a hemorragias significativas ou à lesão de outras estruturas vitais, como o ducto hepático comum ou a artéria hepática. Portanto, uma dissecção cuidadosa e a familiaridade com as diferentes apresentações anatômicas são indispensáveis para um bom prognóstico e para a segurança do paciente.
A artéria cística surge mais frequentemente da artéria hepática direita, dentro do Triângulo de Calot. No entanto, variações anatômicas são comuns e devem ser consideradas durante procedimentos cirúrgicos.
O conhecimento das variações anatômicas da artéria cística é fundamental para evitar lesões iatrogênicas durante a colecistectomia, como a ligadura acidental de ductos ou vasos importantes, garantindo a segurança do paciente.
Além da artéria hepática direita, a artéria cística pode originar-se da artéria hepática esquerda, artéria hepática própria, artéria hepática comum ou até mesmo do tronco celíaco, embora essas ocorrências sejam menos frequentes.
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