Amniorrexe Prematura (APM) Próximo ao Termo: Conduta e Indução

UFRN/HUOL - Hospital Universitário Onofre Lopes - Natal (RN) — Prova 2019

Enunciado

Secundigesta com parto vaginal há 4 anos comparece para avaliação na maternidade com queixa de perda líquida de aproximadamente 1 hora, sem outros sintomas. O médico calcula a idade gestacional em 35 semanas e 6 dias com base na data da última menstruação e em resultado de ultrassonografia. Verifica, no cartão do pré-natal, que a gestante realizou 5 consultas até a presente data e que todos os exames realizados foram normais, incluindo cultura para estreptococo do grupo B (GBS) realizada com 35 semanas, que foi negativa. Ao exame físico, a paciente apresenta bom estado geral, está afebril, com PA 90/60 mmHg, normocorada, sem contrações, feto em apresentação cefálica e com 136 batimentos por minuto. No especular o médico confirma a amniorrexe prematura ao visualizar líquido claro e realizar teste com papel de Nitrazina, constatando ainda que o colo do útero está fechado. Nesse caso, o médico resolve internar a gestante e

Alternativas

  1. A) prescrever profilaxia para GBS e aguardar evolução espontânea para o trabalho de parto.
  2. B) avaliar a vitalidade fetal e induzir trabalho de parto com misoprostol por via vaginal.
  3. C) prescrever profilaxia para GBS e induzir trabalho de parto com misoprostol por via vaginal.
  4. D) avaliar a presença de infecção e induzir trabalho de parto apenas se a infecção for confirmada.

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