Amenorreia Secundária: Diagnóstico da Síndrome de Asherman

UFRGS/HCPA - Hospital de Clínicas de Porto Alegre (RS) — Prova 2017

Enunciado

Paciente de 34 anos veio à consulta por amenorreia secundária. Em sua história clínica constava, como único fato relevante, uma curetagem uterina por abortamento espontâneo realizada há 6 meses, cujo exame patológico indicou restos ovulares, restos teciduais e miométrio. Ao exame físico, não apresentava anormalidades. Após obter o resultado negativo para o hCG, o médico solicitou dosagens de hormônio tireoidiano (TSH) e de Prolactina (PRL), que foram normais. Posteriormente, foi realizado o teste de Progesterona (P) seguido pelo teste de Progesterona com Estrogênio (P + E) e, por fim, uma histerossalpingografia. Com base na hipótese diagnóstica e na sequência dos exames realizados, pode-se afirmar que:

Alternativas

  1. A) Os testes de P e de P + E foram negativos; a histerossalpingografia identificou sinéquias uterinas, provável causa da amenorreia secundária.
  2. B) Os testes de P e de P + E foram negativos; a histerossalpingografia identificou hidrossalpinge bilateral, provável causa da amenorreia secundária.
  3. C) Os testes de P e de P + E foram positivos; a histerossalpingografia identificou sinéquias uterinas, provável causa da amenorreia secundária.
  4. D) O teste de P foi negativo e o de P + E foi positivo; a histerossalpingografia identificou sinéquias uterinas, provável causa da amenorreia secundária.
  5. E) O teste de P foi negativo e o de P + E foi positivo; a histerossalpingografia identificou hidrossalpinge bilateral, provável causa da amenorreia secundária. 

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