HPEV - Hospital Professor Edmundo Vasconcelos (SP) — Prova 2021
São causas de amenorreia secundária, EXCETO:
Amenorreia secundária = ausência de menstruação por ≥3 ciclos ou 6 meses em mulher que já menstruou. MRKH é causa de amenorreia primária.
A Síndrome de Mayer-Rokitansky-Kuster-Hauser (MRKH) é uma causa de amenorreia primária, caracterizada pela agenesia ou hipoplasia do útero e da vagina em mulheres com cariótipo 46,XX e ovários funcionantes. As outras opções são causas clássicas de amenorreia secundária.
A amenorreia secundária é definida como a ausência de menstruação por um período equivalente a três ciclos menstruais prévios ou seis meses em mulheres que já menstruaram. É um sintoma comum que pode indicar diversas condições subjacentes, desde alterações fisiológicas até patologias endócrinas ou anatômicas. A investigação etiológica é crucial para o manejo adequado e para a preservação da fertilidade, quando aplicável. As causas de amenorreia secundária são variadas e podem ser classificadas em disfunções hipotalâmicas, hipofisárias, ovarianas e uterinas. Exemplos incluem a Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP), hiperprolactinemia, insuficiência ovariana prematura e Síndrome de Asherman. A Síndrome de Mayer-Rokitansky-Kuster-Hauser (MRKH), por outro lado, é uma condição congênita que resulta em amenorreia primária, devido à agenesia ou hipoplasia do útero e da vagina, com ovários funcionantes e cariótipo 46,XX. O diagnóstico diferencial é fundamental e envolve uma anamnese detalhada, exame físico e exames laboratoriais (beta-hCG, TSH, prolactina, FSH, LH, estradiol). O tratamento é direcionado à causa subjacente, podendo incluir terapia hormonal, cirurgia ou manejo de condições crônicas. Compreender a distinção entre amenorreia primária e secundária é um ponto chave para residentes.
As principais causas incluem disfunções hipotalâmicas (estresse, exercício), hipofisárias (hiperprolactinemia), ovarianas (SOP, insuficiência ovariana prematura) e uterinas (Síndrome de Asherman).
A Síndrome de MRKH é uma causa de amenorreia primária, caracterizada pela ausência congênita de útero e vagina, enquanto as outras opções são causas de amenorreia secundária, onde a menstruação já ocorreu previamente.
A hiperprolactinemia inibe a secreção pulsátil de GnRH, levando à supressão da função ovariana e, consequentemente, à amenorreia e galactorreia.
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