SES-GO - Secretaria de Estado de Saúde de Goiás — Prova 2022
A investigação inicial de amenorreia secundária, excluindo-se a gravidez, deve ser feita pela
Amenorreia secundária (excluída gravidez) → investigar FSH, TSH, Prolactina para causas endócrinas comuns.
A investigação inicial da amenorreia secundária, após exclusão de gravidez, foca nas causas endócrinas mais comuns. A dosagem de FSH avalia a função ovariana, TSH a função tireoidiana, e prolactina a presença de hiperprolactinemia, cobrindo as principais etiologias hormonais.
Amenorreia secundária é definida como a ausência de menstruação por três ciclos consecutivos ou por seis meses em mulheres que já menstruaram. Após a exclusão da gravidez, que é a causa mais comum, a investigação deve seguir um protocolo sistemático para identificar a etiologia subjacente, que pode variar de distúrbios endócrinos a anomalias anatômicas ou condições sistêmicas. A abordagem diagnóstica inicial foca nas causas hormonais mais prevalentes e tratáveis. A dosagem de FSH é essencial para diferenciar entre causas ovarianas (FSH alto) e hipotalâmicas/hipofisárias (FSH normal ou baixo). A prolactina deve ser dosada para identificar hiperprolactinemia, que pode ser causada por adenomas hipofisários ou uso de medicamentos. O TSH é fundamental para rastrear disfunções da tireoide, que frequentemente afetam o ciclo menstrual. Uma vez que essas causas comuns são avaliadas, a investigação pode prosseguir com testes adicionais, como o teste de progesterona, dosagem de estradiol, androgênios ou exames de imagem (ultrassonografia pélvica, ressonância magnética de sela túrcica), dependendo dos resultados iniciais. O manejo da amenorreia secundária é direcionado à causa subjacente, visando restaurar a função menstrual e a fertilidade, se desejado.
Após excluir gravidez, os exames hormonais iniciais para amenorreia secundária são as dosagens séricas de FSH (Hormônio Folículo Estimulante), TSH (Hormônio Estimulante da Tireoide) e Prolactina.
O FSH é crucial para avaliar a função ovariana. Níveis elevados de FSH podem indicar insuficiência ovariana primária (menopausa precoce), enquanto níveis baixos podem sugerir disfunção hipotalâmica ou hipofisária.
A prolactina elevada (hiperprolactinemia) pode inibir a secreção de GnRH, causando amenorreia. O TSH é dosado para rastrear disfunções tireoidianas (hipo ou hipertireoidismo), que são causas comuns de irregularidades menstruais e amenorreia.
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