UFMT Revalida - Universidade Federal de Mato Grosso — Prova 2024
A regularidade menstrual é um parâmetro de bem-estar geral que indica para a mulher o seu bom funcionamento hormonal e afasta gravidez. Assim, a sua alteração para mais ou para menos pode gerar grande ansiedade à paciente, comumente vista na prática clínica ginecológica de consultório. Neste sentido, a amenorreia remete a alterações do ciclo menstrual, devendo ser investigada em qual caso?
Amenorreia primária = Ausência de menarca aos 16 anos COM desenvolvimento puberal.
A amenorreia primária é definida como a ausência de menarca em mulheres que atingiram 16 anos e possuem características sexuais secundárias, ou aos 14 anos na ausência de qualquer desenvolvimento puberal. A investigação é crucial para identificar causas genéticas, anatômicas ou endócrinas.
A amenorreia, a ausência de menstruação, é uma queixa comum na prática ginecológica e pode ser classificada como primária ou secundária. A amenorreia primária refere-se à ausência de menarca (primeira menstruação) e é um sinal que exige investigação cuidadosa, pois pode indicar uma variedade de condições subjacentes, desde variações fisiológicas até patologias graves. A investigação da amenorreia primária é iniciada quando uma mulher não menstruou aos 16 anos, mesmo com desenvolvimento puberal completo, ou aos 14 anos se não houver sinais de desenvolvimento puberal. O processo diagnóstico envolve uma anamnese detalhada, exame físico completo, incluindo avaliação do estadiamento de Tanner, e exames complementares como dosagens hormonais (FSH, LH, estradiol, prolactina, TSH) e exames de imagem (ultrassonografia pélvica, ressonância magnética) para avaliar a anatomia do trato reprodutivo. As causas podem ser divididas em anomalias cromossômicas (ex: Síndrome de Turner), anomalias anatômicas (ex: agenesia Mülleriana, hímen imperfurado), distúrbios hipotalâmicos-hipofisários (ex: hipogonadismo hipogonadotrófico, tumores) e disfunções ovarianas (ex: insuficiência ovariana primária). O tratamento depende da causa subjacente e pode variar desde terapia hormonal até correção cirúrgica de anomalias anatômicas, visando restaurar a função menstrual e a fertilidade quando possível.
Amenorreia primária é definida como a ausência de menarca aos 16 anos em mulheres com desenvolvimento de características sexuais secundárias, ou aos 14 anos na ausência de qualquer desenvolvimento puberal.
As causas são variadas e podem incluir anomalias genéticas (ex: Síndrome de Turner), anomalias anatômicas (ex: agenesia Mülleriana), distúrbios endócrinos (ex: hipogonadismo hipogonadotrófico) e condições como Síndrome dos Ovários Policísticos.
A investigação inicial envolve anamnese detalhada, exame físico completo (incluindo avaliação do desenvolvimento puberal e genitália), dosagens hormonais (FSH, LH, estradiol, prolactina, TSH) e, se necessário, exames de imagem como ultrassonografia pélvica ou ressonância magnética.
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