UNESC - Centro Universitário do Espírito Santo — Prova 2026
Gestante dá à luz de parto vaginal, com 39 semanas e quatro dias. Está tratando tuberculose (forma pulmonar) há um mês, com escarro negativo há três semanas. A amamentação ao seio deverá ser realizada:
Tuberculose pulmonar em tratamento com escarro negativo → Amamentação = SEM restrições, com mãe usando máscara até RN receber BCG.
Mulheres com tuberculose pulmonar em tratamento e escarro negativo podem amamentar sem restrições, desde que a mãe utilize máscara até o recém-nascido receber a vacina BCG e ser avaliado; a transmissão da tuberculose pelo leite materno é rara.
A tuberculose (TB) é uma doença infectocontagiosa que, quando acomete gestantes, requer manejo cuidadoso para proteger tanto a mãe quanto o recém-nascido. A decisão sobre a amamentação é um ponto crucial, e as diretrizes atuais visam garantir a segurança do bebê sem privá-lo dos benefícios do aleitamento materno. Quando a mãe está em tratamento para tuberculose pulmonar e apresenta escarro negativo, indicando baixa ou nenhuma infectividade, a amamentação é geralmente liberada. A principal preocupação é a transmissão respiratória, não pelo leite. Portanto, a mãe deve usar máscara durante o contato próximo com o bebê, especialmente durante a amamentação, até que o risco de transmissão seja minimizado e o recém-nascido tenha recebido a vacina BCG, que confere proteção contra as formas graves da doença.
Sim, se a mãe estiver em tratamento adequado e com escarro negativo, a amamentação é permitida, com uso de máscara pela mãe até o RN receber a BCG.
A transmissão da tuberculose pelo leite materno é extremamente rara; a principal via de transmissão é respiratória, por gotículas.
A mãe deve usar máscara e seguir o tratamento corretamente. O recém-nascido deve ser avaliado e receber a vacina BCG.
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