Amamentação Exclusiva no Brasil: Evolução e Impacto

SES-MA - Secretaria de Estado de Saúde do Maranhão — Prova 2015

Enunciado

No Brasil, os padrões de amamentação melhoraram substancialmente. No inquérito nutricional de 1974-75, a duração mediana da amamentação foi de somente 2,5 meses, uma das mais curtas entre os países em desenvolvimento. O indicador aumentou para 5,5 meses em 1990, 7 meses em 1996 e 14 meses em 2006-07. Assinale a afirmativa verdadeira:

Alternativas

  1. A) A prevalência de amamentação exclusiva em menores de 4 meses aumentou de 3,6% em 1986 para 48,1% em 2006-2007.
  2. B) A prevalência de amamentação exclusiva em menores de 4 meses aumentou de 3,6% em 1986 para 23,1% em 2006-2007.
  3. C) A prevalência de amamentação exclusiva em menores de 4 meses aumentou de 23,6% em 1986 para 68,1% em 2006-2007.
  4. D) A prevalência de amamentação exclusiva em menores de 4 meses aumentou de 3,6% em 1986 para 88% em 2006-2007.
  5. E) A prevalência de amamentação exclusiva em menores de 4 meses aumentou de 20% em 1986 para 90% em 2006-2007.

Pérola Clínica

Prevalência amamentação exclusiva < 4 meses ↑ de 3,6% (1986) para 48,1% (2006-07).

Resumo-Chave

A questão aborda a evolução dos indicadores de amamentação no Brasil. A alternativa correta reflete um aumento significativo na prevalência de amamentação exclusiva em menores de 4 meses, de 3,6% em 1986 para 48,1% em 2006-2007, demonstrando o sucesso das políticas públicas e campanhas de incentivo ao aleitamento materno.

Contexto Educacional

A amamentação é um pilar fundamental da saúde pública e um dos investimentos mais eficazes para a saúde e desenvolvimento infantil. No Brasil, as últimas décadas foram marcadas por um avanço notável nos indicadores de aleitamento materno, resultado de um esforço conjunto de políticas públicas, profissionais de saúde e sociedade. A prevalência da amamentação exclusiva em menores de 4 meses, especificamente, é um indicador chave da adesão às recomendações de saúde. O aumento de 3,6% em 1986 para 48,1% em 2006-2007 reflete a eficácia das estratégias implementadas, como a promoção do contato pele a pele ao nascer, o apoio às mães no pós-parto e a proteção legal do aleitamento materno. Esses dados são frequentemente cobrados em provas de residência e concursos, pois demonstram a importância do conhecimento sobre a saúde coletiva e os resultados das intervenções em saúde pública. A compreensão desses avanços é crucial para futuros profissionais de saúde que atuarão na promoção e proteção do aleitamento materno.

Perguntas Frequentes

Qual a recomendação da OMS sobre amamentação exclusiva?

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda a amamentação exclusiva até os 6 meses de idade, seguida pela introdução de alimentos complementares adequados e seguros, mantendo o aleitamento materno até os 2 anos ou mais.

Quais fatores contribuíram para o aumento da amamentação exclusiva no Brasil?

O aumento da amamentação exclusiva no Brasil é atribuído a diversas políticas públicas, como a Iniciativa Hospital Amigo da Criança, a Norma Brasileira de Comercialização de Alimentos para Lactentes e Crianças de Primeira Infância (NBCAL) e campanhas de conscientização.

Por que a amamentação exclusiva é importante para a saúde infantil?

A amamentação exclusiva oferece inúmeros benefícios, incluindo proteção contra infecções gastrointestinais e respiratórias, redução do risco de alergias, promoção do desenvolvimento cognitivo e fortalecimento do vínculo mãe-bebê.

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