SES-DF - Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal — Prova 2024
No dia primeiro de agosto, é comemorado o Dia Mundial da Amamentação. Sabe-se que essa prática oferece inúmeros benefícios para o crescimento e o desenvolvimento da criança, além de fortalecer o vínculo mãe-bebê. Entretanto, existem algumas contraindicações a essa prática. Assinale a alternativa que corresponde a uma condição materna considerada contraindicação absoluta à amamentação.
Infecção por HTLV (e HIV) = contraindicação ABSOLUTA à amamentação devido ao risco de transmissão viral.
A infecção materna pelo HTLV (Human T-lymphotropic Virus) é uma contraindicação absoluta à amamentação, assim como a infecção pelo HIV, devido ao alto risco de transmissão vertical do vírus através do leite materno.
A amamentação é amplamente reconhecida como a melhor forma de nutrição para lactentes, oferecendo inúmeros benefícios para a saúde e desenvolvimento da criança, além de fortalecer o vínculo mãe-bebê. No entanto, existem situações específicas em que a amamentação é contraindicada para proteger a saúde do lactente. É crucial que profissionais de saúde conheçam essas contraindicações para um aconselhamento adequado. As contraindicações absolutas maternas são raras, mas de extrema importância. A infecção pelo Vírus Linfotrópico T Humano (HTLV) tipos 1 e 2 é uma delas, assim como a infecção pelo Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV). Em ambos os casos, o risco de transmissão vertical do vírus para o bebê através do leite materno é significativo, podendo levar a doenças graves e incuráveis. Outras contraindicações absolutas incluem o uso materno de drogas ilícitas, quimioterapia ou radioterapia, e algumas doenças metabólicas raras do recém-nascido que impedem a metabolização do leite materno. É importante diferenciar contraindicações absolutas de condições que permitem a amamentação com precauções ou após tratamento. Por exemplo, a tuberculose pulmonar ativa sem tratamento é uma contraindicação temporária, mas a amamentação pode ser retomada após o início do tratamento e quando a mãe não for mais bacilífera. Da mesma forma, a hanseníase não tratada não impede a amamentação, desde que a mãe esteja em tratamento e o bebê receba profilaxia. Residentes devem estar aptos a avaliar cada caso individualmente, considerando os riscos e benefícios, e oferecer o suporte necessário às famílias.
As contraindicações absolutas maternas para a amamentação incluem infecção pelo HIV, infecção pelo HTLV tipo 1 e 2, uso de drogas ilícitas, quimioterapia e radioterapia, e algumas doenças metabólicas raras do bebê.
A infecção por HTLV contraindica a amamentação devido ao risco significativo de transmissão vertical do vírus da mãe para o bebê através do leite materno, o que pode levar a doenças graves na criança.
A tuberculose pulmonar ativa sem tratamento é uma contraindicação temporária. Após duas semanas de tratamento eficaz e com a mãe não bacilífera, a amamentação pode ser retomada, com o bebê recebendo quimioprofilaxia.
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