AMS - Autarquia Municipal de Saúde de Apucarana (PR) — Prova 2021
Com relação ao aleitamento materno, assinale a alternativa INCORRETA:
Contraindicações absolutas ao aleitamento materno incluem HIV e HTLV; outras condições como tuberculose tratada ou hepatite B não o contraindicam.
A alternativa B está incorreta porque muitas das condições listadas (doença de Chagas, tuberculose tratada, hanseníase, hepatite B, tabagismo, dengue) não são contraindicações absolutas ao aleitamento materno. As principais contraindicações absolutas são HIV e HTLV-1/2 (em países desenvolvidos ou com acesso a substitutos seguros).
O aleitamento materno é a forma ideal de nutrição para lactentes, oferecendo inúmeros benefícios tanto para o bebê quanto para a mãe. Para o bebê, protege contra infecções (diarreia, respiratórias), reduz o risco de alergias, obesidade, diabetes tipo 2 e melhora o desenvolvimento neuropsicomotor. Para a mãe, auxilia na involução uterina, reduz o risco de câncer de mama e ovário, e ajuda na perda de peso pós-parto. É crucial que residentes e profissionais de saúde conheçam as contraindicações reais do aleitamento materno para evitar desmame desnecessário. As contraindicações absolutas incluem infecção materna por HIV (em contextos onde há acesso a substitutos seguros e seguros), infecção por HTLV-1/2, uso de drogas ilícitas, quimioterapia e galactosemia no recém-nascido. Condições como hepatite B, tuberculose tratada, hanseníase, doença de Chagas, tabagismo e dengue não são contraindicações absolutas. A composição do leite materno varia ao longo da mamada, com o leite posterior sendo mais rico em gordura e calorias, o que contribui para a saciedade do bebê. A pasteurização, embora necessária em bancos de leite, pode reduzir o valor biológico do leite cru ao destruir parcialmente fatores de proteção. A orientação adequada sobre a técnica de amamentação e o manejo de intercorrências é fundamental para o sucesso do aleitamento.
O aleitamento materno previne infecções gastrointestinais e respiratórias, reduz o risco de alergias, obesidade, diabetes e melhora o desenvolvimento cognitivo.
As contraindicações absolutas incluem infecção materna por HIV (em países com acesso a substitutos seguros), infecção por HTLV-1/2, uso de certas drogas maternas (quimioterapia, drogas de abuso) e galactosemia no bebê.
A tuberculose ativa não tratada é uma contraindicação temporária. Após o início do tratamento materno e com a mãe não bacilífera, a amamentação pode ser retomada, muitas vezes com medidas de proteção como máscara.
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