COVID-19 e Aleitamento Materno: Recomendações SBP

UFG/HC - Hospital das Clínicas da UFG - Goiânia (GO) — Prova 2022

Enunciado

Leia o caso clínico a seguir.Joana, de 28 anos, gestante, procurou em agosto a maternidade pública, com relato de “dores na barriga”. Tratava-se de G2P1A0, com 39 semanas e seis dias de gestação pela data da última menstruação. No decorrer da triagem, ao inferir sobre sintomas gerais, Joana relatou febre, dores de cabeça, cansaço e tosse seca há três dias e informou que o marido estava com os mesmos sintomas. O médico obstetra avaliou e solicitou internação devido a paciente estar em franco trabalho de parto. Entre outros exames, solicitou teste rápido para detecção de coronavírus considerando o momento pandêmico. O teste veio reagente e detectou Coronavírus. De acordo com o documento da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP): “O Aleitamento Materno nos Tempos de Covid-19 – recomendações na maternidade e após a alta (maio/2020)” e tendo em vista a Covid-19 apresentada por Joana, orienta-se:

Alternativas

  1. A) o clampeamento imediato do cordão umbilical ao nascimento, a manutenção do contato pele a pele e o aleitamento materno na primeira hora de vida. 
  2. B) o clampeamento imediato do cordão umbilical ao nascimento, sendo que o contato pele a pele deve ser suspenso.
  3. C) adiar a amamentação para o momento em que os cuidados de higiene e as medidas de prevenção da contaminação do recém-nascido, como limpeza da parturiente (banho no leito), troca de máscara, touca, camisola e lençóis, tiverem sido adotados.
  4. D) manter a rotina habitual, uma vez que o leite materno possui anticorpos protetores.

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