HEDA - Hospital Estadual Dirceu Arcoverde (PI) — Prova 2023
Segundo o Ministério da Saúde em que situação o aleitamento materno está contraindicado de forma absoluta?
Aleitamento materno é contraindicado para mães HIV positivas, mesmo com carga viral indetectável, segundo MS Brasil.
De acordo com as diretrizes do Ministério da Saúde do Brasil, a infecção materna por HIV, mesmo com carga viral indetectável, é uma contraindicação absoluta ao aleitamento materno devido ao risco residual de transmissão vertical do vírus, priorizando a saúde do lactente.
O aleitamento materno é a forma ideal de alimentação para lactentes, oferecendo inúmeros benefícios para a saúde da criança e da mãe. No entanto, existem situações específicas em que o aleitamento materno é contraindicado, seja de forma absoluta ou relativa, para proteger a saúde do bebê. É fundamental que o residente conheça essas diretrizes, especialmente as do Ministério da Saúde do Brasil, para uma orientação adequada. A principal contraindicação absoluta, conforme as diretrizes brasileiras, é a infecção materna por HIV. Embora a terapia antirretroviral possa reduzir significativamente a carga viral materna, o risco de transmissão vertical do HIV através do leite materno não é completamente eliminado, mesmo com carga viral indetectável. Em países com acesso a fórmulas infantis seguras e gratuitas, a recomendação é evitar o aleitamento materno para prevenir essa transmissão. Outras situações, como infecção materna por COVID-19 assintomática (com precauções), prematuridade tardia (incentivo ao aleitamento), lábio leporino (com técnicas adaptadas) e gastroenterite/vômitos na criança (manter amamentação), não configuram contraindicações absolutas. O conhecimento dessas nuances é crucial para a prática clínica e para a aprovação em provas de residência, garantindo a segurança e o bem-estar do binômio mãe-bebê.
O aleitamento materno é contraindicado para mães HIV positivas devido ao risco de transmissão vertical do vírus através do leite materno, mesmo que a carga viral seja indetectável, pois um risco residual ainda existe.
O Ministério da Saúde do Brasil contraindica o aleitamento materno para mães HIV positivas, recomendando o uso de fórmulas infantis como alternativa segura para prevenir a transmissão vertical do vírus.
Condições como COVID-19 assintomática, prematuridade tardia, lábio leporino e gastroenterite infantil não são contraindicações absolutas, exigindo manejo específico ou técnicas adaptadas para a amamentação.
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