HUSE - Hospital de Urgência de Sergipe Gov. João Alves Filho — Prova 2023
Sobre o aleitamento materno podemos afirmar:
Contraindicações absolutas AM: Galactosemia, Leucinose, HIV (em países com acesso a fórmulas seguras).
O aleitamento materno é a forma ideal de alimentação para recém-nascidos, com raras contraindicações absolutas, como a galactosemia clássica e a leucinose. Em situações como abscesso mamário, a amamentação pode ser mantida na mama não afetada. O uso de drogas de abuso é prejudicial e as mães devem ser fortemente encorajadas a cessar o consumo, recebendo apoio para tal.
O aleitamento materno é amplamente reconhecido como a melhor forma de nutrição para o recém-nascido, oferecendo benefícios imunológicos, nutricionais e de desenvolvimento. As contraindicações são raras, mas importantes de serem conhecidas para garantir a segurança do bebê. As contraindicações absolutas incluem erros inatos do metabolismo que impedem a metabolização de componentes do leite materno, como a galactosemia clássica e a leucinose. Outras situações, como a infecção materna por HIV, são contraindicações em contextos onde há acesso seguro a fórmulas infantis, devido ao risco de transmissão vertical. Em relação ao uso de drogas de abuso, a maioria das substâncias psicoativas passa para o leite materno e pode ter efeitos deletérios no lactente, desde sedação e irritabilidade até atraso no desenvolvimento. É fundamental que os profissionais de saúde ofereçam aconselhamento e apoio para a cessação do uso dessas substâncias, priorizando a saúde da mãe e do bebê.
As contraindicações absolutas incluem galactosemia clássica, doença da urina de xarope de bordo (leucinose), e infecção materna por HIV em locais onde há acesso seguro a fórmulas infantis.
Sim, a mãe pode e deve amamentar na mama não afetada. Na mama com abscesso, a amamentação deve ser suspensa temporariamente até a drenagem e melhora clínica, mas a ordenha pode ser incentivada para manter a produção.
Drogas de abuso como nicotina, álcool, cocaína, anfetaminas e ecstasy são prejudiciais e podem passar para o leite materno, afetando o bebê. As mães devem ser orientadas e apoiadas para cessar o uso.
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