PMFI - Prefeitura Municipal de Foz do Iguaçu (PR) — Prova 2021
Quais das alternativas corresponde a contraindicação absoluta para o aleitamento materno. I- Mãe que esteja em tratamento de Quimioterapia. II- Mãe portadora dos vírus HIV, HTLV1 e HTLV2. III- Mãe portadora de distúrbios da consciência ou de comportamento grave. IV- Mãe que seja usuária regular de drogas ilícitas (maconha, cocaína, crack, anfetamina, ecstasy e outras). Assinale a alternativa correta:
Contraindicações absolutas amamentação: HIV, HTLV1/2, quimioterapia, drogas ilícitas, distúrbios graves de consciência/comportamento.
O aleitamento materno é amplamente incentivado, mas existem situações específicas onde os riscos superam os benefícios para o bebê. As contraindicações absolutas visam proteger o lactente da transmissão de infecções, exposição a substâncias nocivas ou garantir que a mãe tenha condições de prover os cuidados adequados.
O aleitamento materno é a forma ideal de alimentação para o lactente, oferecendo inúmeros benefícios para a saúde da criança e da mãe. No entanto, existem situações específicas em que o risco de amamentar supera os benefícios, configurando contraindicações absolutas. É fundamental que profissionais de saúde estejam cientes dessas condições para orientar corretamente as mães e garantir a segurança do bebê. As principais contraindicações absolutas incluem a infecção materna pelo HIV e HTLV-1/2, devido ao alto risco de transmissão vertical do vírus através do leite materno. Além das infecções virais, o tratamento materno com quimioterapia é uma contraindicação absoluta, pois as drogas antineoplásicas podem ser excretadas no leite e causar toxicidade grave ao lactente. O uso regular de drogas ilícitas, como maconha, cocaína, crack e anfetaminas, também impede a amamentação, pois essas substâncias passam para o leite e podem ter efeitos deletérios no desenvolvimento neurológico e fisiológico do bebê. Distúrbios graves da consciência ou de comportamento materno, que comprometam a capacidade da mãe de cuidar do bebê e amamentar de forma segura, também são considerados contraindicações. É importante diferenciar as contraindicações absolutas das relativas ou das condições que não impedem a amamentação, como mastite, abscesso mamário tratado, hepatite B ou C (com exceção de lesões sangrantes no mamilo), e uso de muitos medicamentos comuns. O conhecimento preciso dessas diretrizes é crucial para a prática clínica, especialmente para residentes em pediatria, ginecologia e medicina da família, visando a proteção da saúde materno-infantil.
As principais doenças maternas que contraindicam absolutamente a amamentação são a infecção pelo HIV, HTLV-1 e HTLV-2, devido ao risco de transmissão vertical do vírus através do leite materno.
A quimioterapia é uma contraindicação absoluta porque muitas drogas quimioterápicas são excretadas no leite materno, podendo causar efeitos tóxicos graves no lactente, como imunossupressão e danos celulares.
Contraindicações relativas incluem herpes simples na mama (se houver lesão ativa), tuberculose ativa não tratada, uso de alguns medicamentos específicos (ex: lítio, amiodarona), e algumas condições do bebê como galactosemia.
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