UFMT/HUJM - Hospital Universitário Júlio Müller - Cuiabá (MT) — Prova 2023
NÃO é argumento a favor do aleitamento materno:
Aleitamento materno → ↓ morbidade (infecções, alergias, diabetes, leucemia) e ↑ desenvolvimento orofacial.
O aleitamento materno é amplamente reconhecido por seus inúmeros benefícios para a saúde do bebê, incluindo a redução da incidência de diversas doenças e o estímulo ao desenvolvimento orofacial adequado, sendo a alternativa "redução do desenvolvimento orofacial" um argumento INCORRETO.
O aleitamento materno é a forma mais natural e eficaz de alimentar e proteger o bebê, sendo recomendado exclusivamente até os seis meses de idade e complementado até os dois anos ou mais. Reconhecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Ministério da Saúde, seus benefícios se estendem tanto para a criança quanto para a mãe, impactando a saúde pública e o desenvolvimento infantil. Para o lactente, o leite materno é um alimento completo, rico em nutrientes, anticorpos e fatores bioativos que promovem o desenvolvimento imunológico, neurológico e gastrointestinal. Ele reduz significativamente a morbidade por infecções (diarreia, otite, pneumonia), alergias (rinite alérgica, asma), doenças crônicas (diabetes tipo 1 e 2, obesidade) e até mesmo alguns tipos de câncer infantil, como a leucemia. Além dos benefícios nutricionais e imunológicos, a amamentação ao seio desempenha um papel crucial no desenvolvimento orofacial, estimulando a musculatura da face, língua e mandíbula, o que favorece a respiração nasal, a fala e a prevenção de problemas ortodônticos. Portanto, a afirmação de que o aleitamento materno reduz o desenvolvimento orofacial é incorreta, sendo, na verdade, um promotor desse desenvolvimento.
O aleitamento materno oferece proteção contra infecções gastrointestinais e respiratórias, reduz o risco de alergias, diabetes tipo 1 e 2, obesidade, leucemia e síndrome da morte súbita do lactente, além de promover o desenvolvimento cognitivo.
A sucção no seio materno exige um esforço muscular coordenado que estimula o desenvolvimento adequado da mandíbula, maxila e musculatura orofacial, contribuindo para a respiração, mastigação e fala, e prevenindo maloclusões.
Sim, estudos mostram que o aleitamento materno exclusivo e prolongado está associado a um menor risco de desenvolvimento de doenças crônicas não transmissíveis na vida adulta, como diabetes tipo 2, obesidade e doenças cardiovasculares.
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