IOG - Instituto de Olhos de Goiânia — Prova 2024
Exenetide e liraglutide foram incorporados recentemente ao arsenal terapêutico para o diabetes mellitus. Não causam hipoglicemia, promovem perda de peso, retardam o esvaziamento gástrico e estimulam a secreção de insulina. Assinale a opção que indica o grupo de medicamentos a que essas substâncias pertencem:
Exenatida e Liraglutida = agonistas do receptor de GLP-1 → ↓ glicemia, ↓ peso, ↑ secreção insulina.
Exenatida e Liraglutida são agonistas do receptor de GLP-1, uma classe de medicamentos para diabetes mellitus tipo 2 que mimetizam a ação das incretinas, promovendo a secreção de insulina glicose-dependente, retardando o esvaziamento gástrico e promovendo saciedade, o que resulta em controle glicêmico e perda de peso.
Os agonistas do receptor de GLP-1 (peptídeo semelhante ao glucagon-1), como exenatida e liraglutida, representam uma classe importante de medicamentos para o tratamento do diabetes mellitus tipo 2. Eles foram incorporados ao arsenal terapêutico devido ao seu mecanismo de ação inovador e múltiplos benefícios. A prevalência do diabetes tipo 2 continua a crescer globalmente, exigindo abordagens terapêuticas eficazes e com bom perfil de segurança. A fisiopatologia do diabetes tipo 2 envolve resistência à insulina e disfunção das células beta pancreáticas. Os agonistas de GLP-1 atuam mimetizando a ação das incretinas, hormônios intestinais liberados em resposta à ingestão de alimentos. Eles estimulam a secreção de insulina de forma glicose-dependente, suprimem a secreção de glucagon, retardam o esvaziamento gástrico e promovem saciedade no sistema nervoso central. Isso resulta em melhora do controle glicêmico e, notavelmente, perda de peso, sem o risco de hipoglicemia quando usados em monoterapia. O tratamento com agonistas de GLP-1 é geralmente por via subcutânea, com diferentes frequências de administração. Além do controle glicêmico e da perda de peso, estudos recentes demonstraram benefícios cardiovasculares e renais para alguns desses agentes, tornando-os uma opção atraente para pacientes com comorbidades. Os efeitos adversos mais comuns são gastrointestinais, como náuseas e vômitos, que geralmente são transitórios.
Eles mimetizam a ação do GLP-1 natural, estimulando a secreção de insulina de forma glicose-dependente, suprimindo a secreção de glucagon, retardando o esvaziamento gástrico e promovendo saciedade, o que contribui para a perda de peso.
Além do controle glicêmico, esses medicamentos promovem perda de peso, têm baixo risco de hipoglicemia (quando não combinados com sulfonilureias ou insulina) e alguns demonstraram benefícios cardiovasculares e renais.
Os efeitos adversos mais comuns são gastrointestinais, como náuseas, vômitos, diarreia e constipação, que tendem a diminuir com o tempo. Pancreatite é uma complicação rara, mas grave.
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