HEDA - Hospital Estadual Dirceu Arcoverde (PI) — Prova 2021
Segundo o Programa de Reanimação Neonatal, a diluição e a dose de adrenalina a ser administrada por via endovenosa, respectivamente são:
Reanimação Neonatal: Adrenalina EV = diluição 1:10.000, dose 0,1-0,3 mL/kg.
A adrenalina é um fármaco essencial na reanimação neonatal para bradicardia persistente ou assistolia. A diluição correta de 1:10.000 (0,1 mg/mL) e a dose de 0,1-0,3 mL/kg (equivalente a 0,01-0,03 mg/kg) por via endovenosa são cruciais para evitar erros de medicação e garantir a eficácia.
A reanimação neonatal é um procedimento crítico que exige conhecimento preciso e ação rápida. A adrenalina é um dos pilares do suporte avançado de vida neonatal, sendo indicada em situações de bradicardia grave persistente ou assistolia, após as etapas iniciais de ventilação e compressões torácicas. Seu uso correto pode ser determinante para o prognóstico do recém-nascido. A administração de adrenalina em neonatos requer atenção especial à diluição e à dose. A diluição padrão para via endovenosa é de 1:10.000 (0,1 mg/mL), e a dose recomendada é de 0,01 a 0,03 mg/kg, o que se traduz em 0,1 a 0,3 mL/kg dessa solução. É fundamental utilizar a via endovenosa (preferencialmente umbilical) para garantir a absorção e o efeito sistêmico rápido. Erros na diluição ou dosagem podem ter consequências graves, desde ineficácia do tratamento até toxicidade. O treinamento contínuo e a familiaridade com os protocolos do Programa de Reanimação Neonatal da SBP são essenciais para todos os profissionais envolvidos no cuidado ao recém-nascido, garantindo a segurança e a eficácia das intervenções.
A diluição correta da adrenalina para uso endovenoso em neonatos é de 1:10.000 (0,1 mg/mL), diferentemente da diluição 1:1.000 utilizada em outras situações.
A dose recomendada de adrenalina por via endovenosa na reanimação neonatal é de 0,01 a 0,03 mg/kg, o que corresponde a 0,1 a 0,3 mL/kg da solução 1:10.000.
A adrenalina é indicada na reanimação neonatal quando há bradicardia persistente (FC < 60 bpm) apesar de ventilação com pressão positiva e compressões torácicas eficazes, ou em casos de assistolia.
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