HEDA - Hospital Estadual Dirceu Arcoverde (PI) — Prova 2023
Segundo o Programa de Reanimação neonatal, a diluição e dose de adrenalina a ser administrada por via endovenosa, respectivamente são:
PRN: Adrenalina EV = diluição 1:10000, dose 0,1-0,3 mL/kg.
No Programa de Reanimação Neonatal, a adrenalina endovenosa é utilizada em casos de bradicardia persistente ou assistolia, após ventilação e compressões torácicas adequadas. A diluição correta é crucial para evitar erros de dosagem e garantir a eficácia do tratamento.
O Programa de Reanimação Neonatal (PRN) é um guia fundamental para profissionais de saúde que atuam no atendimento ao recém-nascido em sala de parto ou em situações de emergência. A correta aplicação das diretrizes do PRN é crucial para reduzir a morbimortalidade neonatal, especialmente em casos de asfixia perinatal e parada cardiorrespiratória. A sequência de ações inclui ventilação com pressão positiva, compressões torácicas e, se necessário, uso de medicamentos como a adrenalina. A adrenalina é o fármaco mais importante na reanimação neonatal quando há bradicardia persistente ou assistolia, após as medidas de ventilação e compressões torácicas terem sido implementadas adequadamente. Sua ação alfa-adrenérgica aumenta a pressão arterial e a perfusão coronariana, enquanto a ação beta-adrenérgica aumenta a frequência cardíaca e a contratilidade miocárdica. A via de administração preferencial é a endovenosa, através de cateter umbilical venoso ou acesso periférico. A dose e a diluição corretas da adrenalina são pontos críticos para a segurança e eficácia do tratamento. A diluição recomendada é de 1:10000 (0,1 mg/mL), e a dose é de 0,1 a 0,3 mL/kg. É um erro comum confundir essa diluição com a de 1:1000, que é mais concentrada e usada em outras situações ou vias, podendo levar a superdosagem. O conhecimento preciso desses detalhes é vital para a prática clínica e para aprovação em provas de residência.
A dose recomendada de adrenalina endovenosa no recém-nascido é de 0,1 a 0,3 mL/kg da solução 1:10000.
A adrenalina é indicada na reanimação neonatal quando há bradicardia persistente (FC < 60 bpm) ou assistolia, após 30 segundos de ventilação com pressão positiva e 60 segundos de compressões torácicas coordenadas com ventilação.
A via endovenosa é a via preferencial para administração de adrenalina no RN. A via endotraqueal pode ser considerada se o acesso venoso não for prontamente obtido, mas requer uma dose maior e é menos eficaz.
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