SUS-SP - Sistema Único de Saúde de São Paulo — Prova 2025
Durante uma campanha de vacinação contra a gripe em um bairro, a equipe de saúde observou que muitos idosos com comorbidades não estavam participando.Com base nessa situação hipotética, assinale a alternativa que apresenta a ação indicada para aumentar a adesão desse grupo à vacinação.
Idosos com comorbidades/mobilidade reduzida → Vacinação domiciliar ↑ adesão.
Para grupos vulneráveis como idosos com comorbidades e mobilidade reduzida, estratégias ativas de busca, como a vacinação em domicílio, são mais eficazes do que ações passivas (panfletos, palestras) ou apenas lembretes, pois removem barreiras físicas e sociais ao acesso.
A adesão à vacinação em idosos, especialmente aqueles com comorbidades, é um desafio significativo na saúde pública. A gripe, por exemplo, pode levar a complicações graves e mortalidade nesse grupo, tornando a vacinação uma intervenção crucial. Compreender as barreiras de acesso e desenvolver estratégias eficazes é fundamental para alcançar altas coberturas vacinais e proteger a população mais vulnerável. As barreiras podem ser diversas, desde dificuldades de mobilidade e transporte até questões sociais e informacionais. A Atenção Primária à Saúde desempenha um papel central na identificação desses indivíduos e na implementação de ações direcionadas. Estratégias passivas, como distribuição de panfletos ou palestras genéricas, muitas vezes não são suficientes para grupos com necessidades específicas. A vacinação em domicílio é uma estratégia proativa que demonstra alta eficácia para aumentar a adesão em idosos com mobilidade reduzida ou múltiplas comorbidades. Ela garante o acesso ao serviço de saúde no ambiente do paciente, reduzindo o risco de exposição a outros patógenos e promovendo a equidade. Complementarmente, a busca ativa por agentes comunitários de saúde e a comunicação personalizada são essenciais para o sucesso das campanhas.
As principais barreiras incluem dificuldades de mobilidade, doenças crônicas que limitam a saída de casa, falta de transporte, medo de contaminação em ambientes de saúde e desinformação sobre a importância da vacina.
A vacinação domiciliar remove barreiras físicas e de transporte, oferece comodidade e segurança, e permite que a equipe de saúde avalie o contexto do idoso, facilitando a adesão e a cobertura vacinal em grupos vulneráveis.
Outras ações incluem busca ativa por agentes comunitários de saúde, parcerias com associações de bairro, uso de mídias sociais direcionadas e horários flexíveis de vacinação em postos de saúde, sempre adaptando à realidade local.
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