IAMSPE/HSPE - Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público - Hospital do Servidor (SP) — Prova 2024
A adenomiose é uma alteração benigna do útero que histologicamente se caracteriza pela invasão benigna do endométrio no miométrio. Sobre a adenomiose é correto afirmar que
Adenomiose: Menorragia e dismenorreia são cardinais; dispareunia e dor pélvica crônica podem ser menos proeminentes.
A adenomiose é caracterizada pela presença de tecido endometrial no miométrio. Embora menorragia e dismenorreia sejam os sintomas mais proeminentes, a dispareunia e a dor pélvica crônica também podem ocorrer, mas são frequentemente consideradas menos comuns ou menos específicas em comparação com os sintomas de sangramento e dor menstrual intensa. O diagnóstico por imagem, especialmente ressonância magnética, avalia a espessura da zona juncional.
A adenomiose é uma condição ginecológica benigna caracterizada pela presença de tecido endometrial ectópico dentro do miométrio, a camada muscular do útero. Essa invasão resulta em hipertrofia e hiperplasia do miométrio circundante, levando ao aumento do volume uterino e à sintomatologia. A condição é mais comum em mulheres multíparas na perimenopausa, mas pode afetar mulheres em idade reprodutiva, impactando significativamente sua qualidade de vida. Os sintomas mais proeminentes da adenomiose são a menorragia (sangramento menstrual intenso e prolongado) e a dismenorreia (cólicas menstruais severas), que muitas vezes são refratárias a tratamentos convencionais. Embora a dispareunia (dor durante a relação sexual) e a dor pélvica crônica também possam ocorrer, elas são frequentemente consideradas menos comuns ou menos específicas em comparação com os sintomas de sangramento e dor menstrual intensa. O diagnóstico definitivo é histopatológico, mas a ressonância magnética (RM) é a modalidade de imagem de escolha, revelando um espessamento difuso ou focal da zona juncional do miométrio, com espessura superior a 10-12 mm sendo altamente sugestiva. O tratamento da adenomiose varia de acordo com a gravidade dos sintomas, o desejo de gravidez e a idade da paciente. Opções incluem terapia hormonal (contraceptivos orais, progestágenos, análogos de GnRH) para controle dos sintomas, e em casos refratários ou quando a fertilidade não é uma preocupação, a histerectomia é o tratamento curativo definitivo. O manejo visa aliviar a dor e o sangramento, melhorando a qualidade de vida da paciente.
Os sintomas mais comuns da adenomiose são menorragia (sangramento menstrual intenso e prolongado) e dismenorreia (cólicas menstruais intensas), que podem ser incapacitantes.
A ressonância magnética é o melhor método de imagem para diagnosticar adenomiose, avaliando a espessura da zona juncional (camada interna do miométrio), que se apresenta espessada (>10-12 mm) e heterogênea, com possíveis cistos miometriais.
Embora possam estar presentes, a dispareunia (dor durante a relação sexual) e a dor pélvica crônica são geralmente consideradas menos frequentes ou menos específicas em comparação com a menorragia e a dismenorreia, que são os sintomas cardinais da adenomiose.
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