UDI Hospital - Hospital UDI São Luís (MA) — Prova 2020
Em se tratando de tumores de hipófise, escolha a opção correta:
Tumores hipofisários → disfunção hormonal (ex: hiperprolactinemia) ou compressão de estruturas adjacentes (quiasma óptico).
Adenomas hipofisários são os tumores mais comuns da hipófise e podem ser funcionantes (produzem hormônios em excesso, como prolactina, GH ou ACTH) ou não funcionantes. A hiperprolactinemia é uma das disfunções mais frequentes, causando galactorreia, amenorreia e infertilidade.
Os tumores de hipófise, predominantemente adenomas benignos, são relativamente comuns e representam uma parcela significativa das lesões intracranianas. Sua importância clínica reside tanto na disfunção hormonal que podem causar, resultando em síndromes como acromegalia, doença de Cushing ou hiperprolactinemia, quanto nos efeitos compressivos sobre estruturas adjacentes, como o quiasma óptico, levando a alterações visuais. O diagnóstico envolve avaliação clínica dos sintomas hormonais e neurológicos, exames laboratoriais para dosagem hormonal (prolactina, TSH, T4 livre, cortisol, GH, IGF-1, LH, FSH, testosterona/estradiol) e exames de imagem, sendo a ressonância magnética da sela túrcica o padrão-ouro. A suspeita deve surgir em pacientes com cefaleia, alterações visuais, galactorreia, amenorreia, infertilidade ou sinais de síndromes endócrinas específicas. O tratamento varia conforme o tipo e tamanho do tumor. Prolactinomas são frequentemente tratados clinicamente com agonistas dopaminérgicos (cabergolina, bromocriptina). Outros tumores podem exigir cirurgia transesfenoidal, radioterapia ou, em alguns casos, tratamento medicamentoso específico. O prognóstico geralmente é bom com o manejo adequado, mas requer acompanhamento a longo prazo.
Os sintomas podem ser divididos em hormonais (excesso ou deficiência de hormônios) e compressivos (cefaleia, alterações visuais por compressão do quiasma óptico).
A hiperprolactinemia pode causar galactorreia, amenorreia, irregularidades menstruais, infertilidade e diminuição da libido em ambos os sexos.
Tumores funcionantes produzem hormônios em excesso (ex: prolactinomas, adenomas produtores de GH ou ACTH), enquanto os não funcionantes não secretam hormônios detectáveis, mas podem causar sintomas por compressão.
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