UFCSPA - Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (RS) — Prova 2024
A neoplasia de parótida mais frequente é o:
O adenoma pleomórfico é o tumor mais comum da parótida, sendo benigno e com potencial de malignização.
O adenoma pleomórfico é o tumor benigno mais comum da glândula parótida, representando a maioria das neoplasias dessa glândula. Embora benigno, possui potencial de transformação maligna se não tratado, ressaltando a importância da excisão cirúrgica.
As glândulas salivares, especialmente a parótida, são sítios comuns para o desenvolvimento de neoplasias, tanto benignas quanto malignas. O conhecimento sobre a epidemiologia e as características dos diferentes tipos de tumores é fundamental para o diagnóstico e manejo adequados. A glândula parótida é a glândula salivar mais frequentemente afetada por tumores. Entre todas as neoplasias da glândula parótida, o adenoma pleomórfico é, de longe, o mais comum. Este é um tumor benigno, também conhecido como tumor misto, devido à sua composição de elementos epiteliais e mesenquimais. Ele tipicamente se apresenta como uma massa indolor, de crescimento lento e progressivo, geralmente na cauda da parótida. Embora benigno, o adenoma pleomórfico possui um potencial de transformação maligna ao longo do tempo, especialmente se não for tratado, o que justifica a ressecção cirúrgica completa. Outros tumores comuns da parótida incluem o tumor de Warthin (cistoadenoma papilar linfomatoso), que é o segundo tumor benigno mais comum, e os carcinomas mucoepidermoide e adenoide cístico, que são os tipos malignos mais frequentes. A diferenciação entre esses tumores é crucial para o planejamento terapêutico, que geralmente envolve parotidectomia, e para o prognóstico do paciente.
O adenoma pleomórfico é um tumor benigno de glândula salivar, caracterizado por sua natureza mista (epitelial e mesenquimal) e crescimento lento, indolor e progressivo.
O carcinoma mucoepidermoide é o tumor maligno mais comum da parótida, seguido pelo carcinoma adenoide cístico e o adenocarcinoma.
Embora benigno, o adenoma pleomórfico tem um risco de transformação maligna (carcinoma ex-adenoma pleomórfico) que aumenta com o tempo e o tamanho do tumor, justificando a excisão cirúrgica.
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