HGNI - Hospital Geral de Nova Iguaçu (Hospital da Posse) (RJ) — Prova 2015
As neoplasias benigna e maligna mais comuns do intestino delgado são, respectivamente:
Intestino delgado: neoplasia benigna mais comum é adenoma; maligna mais comum é adenocarcinoma.
Embora raros, os tumores do intestino delgado seguem um padrão similar ao cólon, onde os adenomas são as lesões benignas mais comuns e precursoras, e os adenocarcinomas são as malignidades mais frequentes, geralmente surgindo de adenomas pré-existentes.
As neoplasias do intestino delgado são relativamente raras em comparação com as do cólon, apesar de o intestino delgado ser o segmento mais longo do trato gastrointestinal. A compreensão de suas características e prevalência é crucial para o diagnóstico diferencial de sintomas abdominais inespecíficos. A importância clínica reside na dificuldade diagnóstica precoce e no prognóstico que pode ser reservado para as lesões malignas. A fisiopatologia dos tumores do intestino delgado é variada. Os adenomas, lesões benignas, são frequentemente precursores de adenocarcinomas, seguindo a sequência adenoma-carcinoma, similar ao cólon. O adenocarcinoma, a malignidade mais comum, tende a ocorrer no duodeno e jejuno proximal. Outros tumores malignos incluem tumores neuroendócrinos (carcinoides), linfomas e GIST (tumores estromais gastrointestinais). O tratamento depende do tipo e estágio do tumor, variando de ressecção endoscópica para lesões benignas a cirurgia radical e quimioterapia para malignidades. O prognóstico para tumores malignos do intestino delgado é geralmente pior do que para o câncer colorretal devido ao diagnóstico tardio. Pontos de atenção incluem a investigação de sintomas como dor abdominal crônica, sangramento gastrointestinal e anemia inexplicada.
Os adenomas são os tumores benignos mais comuns do intestino delgado, especialmente na região periampular. Outros incluem leiomiomas, lipomas e hamartomas.
O adenocarcinoma é a neoplasia maligna mais comum do intestino delgado, representando cerca de 30-50% dos casos. Geralmente se desenvolve a partir de adenomas.
Fatores de risco incluem doenças inflamatórias intestinais (doença de Crohn), síndromes de polipose hereditárias (como polipose adenomatosa familiar), doença celíaca e tabagismo.
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