HAC - Hospital Angelina Caron (PR) — Prova 2020
Tumor benigno mais comum no intestino delgado:
Adenoma = tumor benigno mais comum do intestino delgado, especialmente no duodeno.
Embora raros, os tumores benignos do intestino delgado são mais frequentemente representados pelos adenomas, que têm potencial de malignização e são mais comuns no duodeno. Outros tumores benignos incluem leiomiomas e lipomas, mas são menos prevalentes.
Os tumores do intestino delgado são relativamente raros em comparação com os do cólon ou estômago, mas sua compreensão é vital para residentes e estudantes de medicina. Entre as neoplasias benignas, o adenoma é o tipo mais comum, especialmente localizado no duodeno. Sua importância clínica reside no potencial de transformação maligna, similar aos adenomas colorretais, o que exige atenção e, muitas vezes, intervenção. A apresentação clínica dos tumores benignos do intestino delgado pode ser variada, desde assintomática até manifestações como dor abdominal, sangramento gastrointestinal (que pode levar à anemia ferropriva), obstrução intestinal ou intussuscepção. O diagnóstico pode ser desafiador devido à extensão e difícil acesso do intestino delgado, mas avanços em técnicas como a enteroscopia e a cápsula endoscópica têm melhorado a capacidade de detecção. Uma vez diagnosticado, o tratamento dos adenomas do intestino delgado geralmente envolve a ressecção endoscópica ou cirúrgica, dependendo do tamanho, localização e características histológicas. A vigilância é importante para pacientes com síndromes genéticas associadas a múltiplos pólipos, como a Polipose Adenomatosa Familiar (PAF), que aumenta significativamente o risco de adenomas duodenais e periampulares.
Muitos tumores benignos do intestino delgado são assintomáticos, mas podem causar dor abdominal, sangramento gastrointestinal (oculto ou manifesto), obstrução intestinal ou intussuscepção.
O diagnóstico pode ser feito por endoscopia digestiva alta (para duodeno), enteroscopia, cápsula endoscópica ou exames de imagem como enterografia por TC ou RM. A biópsia é essencial para confirmação histopatológica.
Assim como os adenomas colorretais, os adenomas do intestino delgado possuem potencial de malignização, especialmente os maiores e com características histológicas de alto grau, justificando sua ressecção.
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