Adenoma Hepático Beta-Catenina: Riscos e Conduta Cirúrgica

Centro Universitário do Espírito Santo - UNESC Colatina — Prova 2025

Enunciado

Uma mulher de 40 anos é diagnosticada com adenoma hepático, após investigação de dor abdominal leve. A ressonância magnética revela uma lesão de 7 cm no lobo hepático direito, sem sinais de invasão vascular. Uma biópsia percutânea é realizada, confirmando a presença de um adenoma hepático com mutação da beta-catenina. O histórico médico da paciente inclui uso prolongado de anabolizantes. Após discussão com a paciente, foi decidida a ressecção da lesão. Com base nesse cenário, qual das seguintes afirmações é correta?

Alternativas

  1. A) Adenomas hepáticos com mutação da beta-catenina têm baixo risco de transformação maligna e podem ser acompanhados clinicamente, independentemente do tamanho da lesão.
  2. B) Adenomas hepáticos com mutação da beta-catenina têm maior risco de transformação maligna, especialmente em homens e em tumores maiores que 5 cm, justificando a ressecção cirúrgica.
  3. C) A mutação da beta-catenina está associada a um menor risco de hemorragia intralesional, o que permite o manejo conservador, independentemente do tamanho.
  4. D) A mutação da beta-catenina é exclusivamente encontrada em adenomas associados a síndromes genéticas como a glicogenose tipo la.
  5. E) O uso de anabolizantes está associado principalmente à formação de adenomas hepáticos do tipo HNF1A, e não ao subtipo beta-catenina.

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