CSNSC - Casa de Saúde Nossa Senhora do Carmo (RJ) — Prova 2020
O tumor maligno mais comumente encontrados no intestino delgado é:
Adenocarcinoma é o tumor maligno mais comum do intestino delgado.
Embora raro comparado ao cólon, o adenocarcinoma é o tipo histológico mais frequente de câncer primário do intestino delgado, especialmente no duodeno. Outros tumores como GIST, carcinoides e linfomas também ocorrem, mas são menos comuns.
O intestino delgado, apesar de seu comprimento, é um local relativamente incomum para o desenvolvimento de tumores malignos primários em comparação com o cólon ou estômago. No entanto, quando ocorrem, o adenocarcinoma é o tipo histológico mais frequentemente encontrado, representando cerca de 30-40% de todos os tumores malignos primários do intestino delgado. Ele tende a ser mais comum no duodeno, seguido pelo jejuno e íleo. A fisiopatologia do adenocarcinoma de intestino delgado é semelhante à do câncer colorretal, envolvendo uma sequência de adenoma-carcinoma, embora com menor frequência. Fatores de risco incluem condições inflamatórias crônicas, como a doença de Crohn, e síndromes de polipose hereditárias. O diagnóstico é frequentemente tardio devido à inespecificidade dos sintomas, que podem incluir dor abdominal, perda de peso, sangramento oculto e obstrução. O tratamento primário para o adenocarcinoma de intestino delgado é a ressecção cirúrgica, com ou sem quimioterapia adjuvante, dependendo do estágio da doença. O prognóstico é geralmente pior do que o do câncer colorretal devido ao diagnóstico tardio e à natureza agressiva da doença. É crucial para residentes reconhecerem a possibilidade desses tumores e entenderem as limitações diagnósticas e terapêuticas.
Fatores de risco incluem doenças inflamatórias intestinais (doença de Crohn), síndromes de polipose hereditárias (como PAF e Peutz-Jeghers), doença celíaca e exposição a carcinógenos.
Os sintomas são inespecíficos e podem incluir dor abdominal, perda de peso, náuseas, vômitos, sangramento gastrointestinal (anemia) e obstrução intestinal, o que dificulta o diagnóstico precoce.
O diagnóstico é desafiador devido à localização e inespecificidade dos sintomas, mas pode envolver endoscopia digestiva alta, colonoscopia com enteroscopia, cápsula endoscópica, enterografia por TC ou RM, e biópsia para confirmação histopatológica.
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