HAS - Hospital Adventista Silvestre (RJ) — Prova 2021
Sobre as neoplasias malignas do Intestino Delgado, assinale a alternativa errada:
Adenocarcinoma de intestino delgado é mais frequente no duodeno, não no jejuno.
O adenocarcinoma é a neoplasia maligna mais comum do intestino delgado, mas sua localização mais frequente é o duodeno, especialmente na região periampular, devido à maior exposição a carcinógenos e à presença de células epiteliais com maior taxa de proliferação. O jejuno é o segundo local mais comum.
As neoplasias malignas do intestino delgado são raras, representando menos de 5% de todos os tumores gastrointestinais. Apesar de sua raridade, são clinicamente importantes devido à dificuldade diagnóstica e ao prognóstico muitas vezes reservado. Os principais tipos incluem adenocarcinoma, linfoma, tumores estromais gastrointestinais (GIST) e tumores neuroendócrinos. O adenocarcinoma é o tipo mais comum, com pico de incidência acima dos 50 anos. Sua fisiopatologia está ligada a condições inflamatórias crônicas e síndromes genéticas. O diagnóstico é desafiador devido à inespecificidade dos sintomas e à localização anatômica, exigindo endoscopia com biópsia, enteroscopia ou cápsula endoscópica. É crucial saber que, ao contrário do cólon, o adenocarcinoma do intestino delgado é mais frequente no duodeno (especialmente periampular), seguido pelo jejuno e íleo. Outros tumores, como os linfomas, são o segundo tipo mais comum e podem ser primários ou secundários. Os GISTs representam uma parcela significativa e são mais comuns em homens. O tratamento varia conforme o tipo histológico e o estágio, podendo incluir cirurgia, quimioterapia e terapia-alvo.
O adenocarcinoma é o tipo mais comum de neoplasia maligna primária do intestino delgado, representando cerca de 30-50% dos casos, seguido por linfomas, tumores neuroendócrinos e GIST (tumores estromais gastrointestinais).
Fatores de risco incluem Doença de Crohn, doença celíaca, divertículo de Meckel, polipose adenomatosa familiar (PAF), síndrome de Lynch e neurofibromatose tipo 1, que aumentam a predisposição à malignidade.
O adenocarcinoma de intestino delgado é mais frequentemente encontrado no duodeno, especialmente na região periampular, devido à maior exposição a substâncias carcinogênicas, seguido pelo jejuno e, menos comumente, pelo íleo.
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