Câncer Gástrico Precoce: Conduta após ESD Não Curativa

MedEvo Simulado — Prova 2026

Enunciado

Um homem de 67 anos, assintomático, realizou uma endoscopia digestiva alta de rastreamento que identificou uma lesão elevada de 2,2 cm (tipo 0-IIa) no antro gástrico. Foi submetido a uma ressecção endoscópica submucosa (ESD) sem intercorrências. O laudo histopatológico da peça revelou adenocarcinoma gástrico do tipo intestinal de Lauren, bem diferenciado, medindo 2,3 cm, com invasão restrita à lâmina própria (pT1a). Não há evidência de ulceração histológica. As margens laterais e a margem vertical estão livres de comprometimento neoplásico (R0). Contudo, o patologista descreve a presença de invasão linfovascular focal. O estadiamento sistêmico prévio com tomografias de tórax e abdome não demonstrava linfonodomegalias ou metástases. Considerando os critérios de curabilidade da ressecção endoscópica, a conduta mais adequada para este paciente é:

Alternativas

  1. A) Seguimento clínico rigoroso com endoscopias semestrais e marcadores tumorais.
  2. B) Gastrectomia subtotal com linfadenectomia D2.
  3. C) Nova abordagem endoscópica para ampliação de margens de segurança.
  4. D) Quimioterapia adjuvante com esquema baseado em fluoropirimidina e platina.

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