Adenocarcinoma Gástrico Proximal: Conduta e Linfadenectomia

IDOR - Instituto D'Or de Pesquisa e Ensino - Rede D'Or (RJ) — Prova 2026

Enunciado

Homem de 58 anos é diagnosticado com adenocarcinoma gástrico. A endoscopia digestiva alta mostra uma lesão úlcero-infiltrante localizada no terço proximal do estômago (cárdia e fundo gástrico), sendo procedida biópsia cujo laudo é compatível com adenocarcinoma. A tomografia computadorizada de abdome de estadiamento evidencia linfonodos regionais aumentados, sem sinais de metástases hepáticas ou peritoneais. O paciente tem bom estado clínico e função cardiopulmonar preservada. Considerando a localização tumoral e o objetivo de tratamento curativo, a estratégia cirúrgica mais adequada quanto à extensão da gastrectomia e do esvaziamento linfonodal seria:

Alternativas

  1. A) Gastrectomia subtotal distal com linfadenectomia D1 (linfonodos perigástricos).
  2. B) Gastrectomia proximal com linfadenectomia D1 (limitada aos linfonodos perigástricos).
  3. C) Gastrectomia total com linfadenectomia D3, ou seja, incluindo os linfonodos para aórticos.
  4. D) Gastrectomia total com linfadenectomia D2, isto é, incluindo estações ao longo das artérias gástrica esquerda, esplênica e tronco celíaco.

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