FESF-SUS - Fundação Estatal Saúde da Família (BA) — Prova 2021
O tipo histológico de neoplasia maligna do estômago mais frequente no Brasil é:
Neoplasia maligna de estômago mais comum = Adenocarcinoma gástrico (>90% dos casos).
O adenocarcinoma é o tipo histológico mais prevalente de câncer de estômago, representando mais de 90% dos casos. Sua incidência é influenciada por fatores como infecção por H. pylori, dieta e genética, sendo um desafio diagnóstico devido à sua apresentação tardia.
O câncer de estômago, predominantemente o adenocarcinoma gástrico, é uma das neoplasias malignas mais comuns e letais globalmente, com alta incidência em algumas regiões, incluindo o Brasil. A detecção precoce é desafiadora devido à inespecificidade dos sintomas iniciais, o que contribui para um prognóstico desfavorável na maioria dos casos. O adenocarcinoma gástrico representa mais de 90% de todas as neoplasias malignas do estômago. Existem dois principais tipos histológicos, segundo Lauren: o tipo intestinal, mais comum em idosos e associado a fatores ambientais como infecção por H. pylori e dieta, e o tipo difuso, mais agressivo, com pior prognóstico e frequentemente associado a fatores genéticos. O tratamento do adenocarcinoma gástrico depende do estágio da doença e pode incluir cirurgia (gastrectomia), quimioterapia e radioterapia. A erradicação do H. pylori é uma medida preventiva importante. O prognóstico é significativamente melhor quando a doença é diagnosticada em estágios iniciais, ressaltando a importância da vigilância em grupos de risco.
Os principais fatores de risco incluem infecção crônica por Helicobacter pylori, dieta rica em sal e alimentos defumados, tabagismo, alcoolismo, histórico familiar e condições pré-malignas como gastrite atrófica e metaplasia intestinal.
Os sintomas iniciais são inespecíficos, como dispepsia, saciedade precoce, dor epigástrica e perda de peso. Em estágios avançados, podem surgir disfagia, vômitos, hemorragia digestiva e massa palpável.
O diagnóstico é realizado por endoscopia digestiva alta com biópsia e exame histopatológico. Exames de imagem (TC, PET-CT) são utilizados para estadiamento.
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