Santa Casa de Goiânia (GO) — Prova 2015
Em relação a epidemiologia e fatores de risco no adenocarcinoma do esôfago, assinale a alternativa correta.
Adenocarcinoma esofágico: ↑ incidência em homens (8x) e associado a Esôfago de Barrett.
O adenocarcinoma de esôfago é significativamente mais comum em homens do que em mulheres, com uma proporção que pode chegar a 8:1, e sua incidência aumenta com a idade, geralmente após os 50-60 anos.
O adenocarcinoma de esôfago é um tipo de câncer que tem apresentado aumento de incidência nas últimas décadas, especialmente em países ocidentais. Sua epidemiologia é distinta do carcinoma espinocelular de esôfago, sendo fortemente associado ao Esôfago de Barrett, uma condição pré-maligna decorrente do refluxo gastroesofágico crônico. A compreensão de seus fatores de risco é crucial para estratégias de prevenção e rastreamento. Os principais fatores de risco para o adenocarcinoma de esôfago incluem a doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) de longa data, a presença de Esôfago de Barrett, obesidade, tabagismo e, em menor grau, o consumo de álcool. A incidência é marcadamente maior em homens, com uma proporção de até 8:1 em relação às mulheres, e geralmente afeta indivíduos em faixas etárias mais avançadas, tipicamente a partir da 5ª ou 6ª década de vida. O diagnóstico precoce é desafiador, pois os sintomas costumam surgir em estágios avançados da doença. O tratamento envolve cirurgia, quimioterapia e radioterapia, dependendo do estágio. A identificação e manejo dos fatores de risco, como o tratamento da DRGE e o rastreamento em pacientes com Esôfago de Barrett, são fundamentais para tentar reduzir a mortalidade associada a essa neoplasia.
Os principais fatores de risco incluem Esôfago de Barrett, doença do refluxo gastroesofágico crônica (DRGE), obesidade, tabagismo e dieta rica em gorduras.
O adenocarcinoma de esôfago é significativamente mais comum em homens do que em mulheres, com uma incidência que pode ser até 8 vezes maior no sexo masculino.
A incidência do adenocarcinoma de esôfago aumenta com a idade, sendo mais comum em indivíduos na 6ª e 7ª décadas de vida, e não na 3ª ou 4ª.
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