Adenocarcinoma de Pâncreas: Conduta e Cirurgia de Whipple

MedEvo Simulado — Prova 2026

Enunciado

Uma mulher de 58 anos apresenta quadro de icterícia progressiva e indolor, colúria e perda ponderal de 7 kg em dois meses. Ao exame físico, apresenta-se ictérica (3+/4+) e com vesícula biliar palpável e indolor no hipocôndrio direito. Exames laboratoriais revelam Bilirrubina Total de 19,2 mg/dL (Direta: 16,5 mg/dL), Fosfatase Alcalina de 450 U/L e CA 19-9 de 180 U/mL. Uma tomografia computadorizada de abdome com protocolo para pâncreas identifica uma massa sólida e hipodensa de 2,2 cm na cabeça do pâncreas, sem contato com a artéria ou veia mesentérica superior, sem sinais de metástases à distância e com dilatação de vias biliares intra e extra-hepáticas. Não há sinais clínicos de febre ou dor abdominal. Diante desse quadro, a conduta mais adequada é:

Alternativas

  1. A) Realização de duodenopancreatectomia (cirurgia de Whipple) sem drenagem biliar prévia.
  2. B) Início de quimioterapia neoadjuvante seguida de reavaliação para cirurgia em 3 meses.
  3. C) Drenagem biliar pré-operatória por CPRE com colocação de stent plástico para redução da icterícia.
  4. D) Realização de biópsia por agulha fina guiada por ecoendoscopia (FNA-EUS) para confirmação diagnóstica.

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